<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930</id><updated>2012-01-18T18:24:44.613-08:00</updated><category term='Inútil.'/><title type='text'>Clichê casual e alguns pontos de interrogação</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-5524461231219079387</id><published>2010-07-09T11:08:00.000-07:00</published><updated>2010-07-09T13:03:17.871-07:00</updated><title type='text'>... morte para meus ouvidos.</title><content type='html'>De repente, uma manhã estranha e sombria. De nada parecia com estranha, nem sombria; deveras caloroso o vento com partículas irradiantes de morte em estado gasoso; o sol brilhando tamanha sua própria proporção; e o verde terrestre, meio cinzento, colorindo os pés daquele homem, que um dia nada teve de sonhos - emaranhado de serpentes do passado, presente e futuro: três mosqueteiros em prol do adoecimento da alma.&lt;div&gt;             Normalmente a coléra espiritual ataca ás sete da manhã, daquele pobre desgraçado filho do lírico e invisível Deus. O pecador, com rosto pacífico e ameno, ciente dos fatos a seguir, estava perante um precipício da cor vermelha mas que era preto aos olhos deste.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;          &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;            Alguns pássaros voavam naquela manhã, com as asas da liberdade sobrevoando o pecador. Apaixonado por aves, ele ficou atormentado com os sons celestes dessas criaturinhas livres, fixando o olho em todas as acrobacias deles - última e aflita vez que os viria. Algumas dezenas de gotas de lágrimas percorriam o trajeto facial em direção à boca, no qual ele entreabria para sentir o gosto salino do próprio líquido. Neste momento deu um sorriso ingrato e cerrado, como se houvesse raiva entre ele e o próprio corpo - algo como a Última Ceia dos condenados à morte. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;           O pecador era um homem alto, musculoso, com as mãos trincadas e fissuradas de árduos trabalhos. O peitoral se inclinava do corpo, como se o orgulho fosse a última coisa que tinha... O rosto era magro, face profunda e cinzenta. O rosto quadrado projetava sua vida rígida e sem dúvidas. Os olhos pequenos e cerrados, como se não sentisse nada para com a vida. O nariz fidalgo, nobre e orgulhoso. A boca, rasgada, como se a ironia e o acaso nascesse com ele. Cabelos curtos, negros e geométricos - linhas retas em direção ao abismo. Vestia algo como uma camisola preta, com capuz - decerto a roupa dos hereges de anos há fio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recolheu do solo uma pedra pequenina, opaca e marrom; jogou-a no abismo, para verificar a profundidade. "Ótimo", pensou; o plano não falharia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;             Deu-se um suspirada tão profunda e caótica como sua mente estava naquele momento: " Chegou, enfim, minha glória, meu momento". O vento lhe batia forte no rosto, e ele fechava os olhos para sentir aquela sensação indizível de frescor e amor. Sorria, única vez de sua desgraçada vida, com prazer e paz. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;            Nobre de um homem que controla a própria vida e a morte! Não há acaso, senão o nascimento. Prontidão, exatidão, sarcasmo e lirismo - estas são as últimas palavras que o pensamento poderia supor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;           Como numa sentença de morte, os últimos pensamentos são apenas sensações e pragas que passou - só e apenas.  Abriu-se os braços, e ouviu a platéia invisível bater palmas! Gritos de glória, de felicidade, de prazer, logo! Orquestra celeste tocando o som branco da morte!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;          De repente, como essa manhã, apareceu-lhe o garoto que havia molestado há alguns dias. Menino cristão e com o coração cheio de perdão e ressentimento - havia ele, pois, apaixonado pelo pecador?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;         Correu o menino e perguntou ao pecador, numa fala aflita e irritada: " Queres morrer ou estarei eu vislumbrando sonhos de morte? ". O pecador ouviu, sorriu e ironicamente respondeu:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;" Meu caro, não quero morrer... viverei eu a partir de agora, como um pássaro".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após isso, pulou e afundou-se no abismo ainda sorrindo com a glória que um dia achou que possuía.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-5524461231219079387?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/5524461231219079387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=5524461231219079387&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/5524461231219079387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/5524461231219079387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2010/07/morte-para-meus-ouvidos.html' title='... morte para meus ouvidos.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-256396255871549337</id><published>2010-04-03T08:32:00.001-07:00</published><updated>2010-04-03T08:36:22.141-07:00</updated><title type='text'>Entardecer</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/S7dfycczmyI/AAAAAAAAATg/KJKwTcr6bVg/s1600/teoriadocaos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 259px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/S7dfycczmyI/AAAAAAAAATg/KJKwTcr6bVg/s400/teoriadocaos.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455934793817758498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Calo-te meio intenso, meio escuro, meio silencioso; inteiro gritante da alma!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Suspiro-te em versos que nada tem de rimas, senão o ruído da morte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Insanamente, quase que alucinações pretensiosas de uma verdade lúcida e que de tanta claridade, cega-me!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Encontro-me em raros momentos na felicidade triste que me assola e que me concretiza no marasmo da vaidade – da razão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Vergonha de calar, vexame de saber... imposição do ser... resta-me!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Aos prantos, me recolho em uma alma minúscula, mínina... quase nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Do quase, sobra a centelha do fogo que arde, que dói – contínua dor de um vazio sem cura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Vivo assim, meio escura, meio sóbria, com verdades que me calam e que fazem com que os outros tornem-se surdos – mudos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Mas que audácia o sonho! Vem murmurando felicidades extremas e longínquas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Quase acredito! Ela me arrasta, em asfaltos de espinho, e eu estou ali – só Eu e mais Ninguém; lindo de se crer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Blasfêmia!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Durmo no auge, no ápice da bancarrota de minhas sensações. Estas, calorosas e tempestuosas, me impedem de recorrer á morte como antídoto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Vida viral, contaminante, determinante... do nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Venho-me, todos os demoníacos dias, percorrer a tênue linha entre vida e morte, entre sonho e realidade... morro-me no pico!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt;Contínua lembrança de uma vida sem limites, de um âmago se linhas e sim um círculo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt; lembro-me de quando nunca achei a vida e caminhei entre a morte. Resta-me, com&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma"&gt; claustrofobia, viver aquela que é chamada vida. E me perder, com sorrisos largos, na morte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-256396255871549337?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/256396255871549337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=256396255871549337&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/256396255871549337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/256396255871549337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2010/04/entardecer.html' title='Entardecer'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/S7dfycczmyI/AAAAAAAAATg/KJKwTcr6bVg/s72-c/teoriadocaos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-8357124045007768227</id><published>2010-02-28T16:46:00.000-08:00</published><updated>2010-12-25T12:37:27.963-08:00</updated><title type='text'>Moral da história.</title><content type='html'>Do toque soberbo que alimenta minhas clemências internas: o cheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O invisível ser que envolta de mim corrompe toda a moral e toda ética existente em &lt;span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error"&gt;quaisqueres&lt;/span&gt; universos. Aquele que exala erotismo e amarra meus vícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impenetrável caverna ambulante; de esgotos e seres &lt;span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error"&gt;provindos&lt;/span&gt; da angústia póstuma de uma alma viva.  Caverna obscura de monstros que babam em nome da amizade. Monstros que bebem a água benta podre que deixaram no cálice há anos por desgosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enigmáticos sons que explodem em loucos gritos na noite, outrora quente e &lt;span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-error"&gt;aconchegante&lt;/span&gt;. Os dedos são poucos para fechar todos os poros que choram no rosto cheio de rugas de desespero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos vidrados na morte que se espera, na parede que chega cada vez mais perto e nem o cheiro da dor faz cócegas nesta palma da mão cheia de calos, não de trabalho, mas de arranhar os cantos do mundo querendo saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unhas vermelhas gastas de tanta luta contra a própria pele, de tanto mastigá-la, rasgá-la, penetrá-la, e no fim das contas, matá-la. A pele que nunca foi esquecida, apenas crucificada. Amplo emblema da guerra, desta guerra invisível infinita, infinita até o próximo cigarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O peito agora está descamando, corroído pelas lágrimas ácidas de uma alma que se perdeu no caminho de volta ao coração. Não há &lt;span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error"&gt;saída&lt;/span&gt;, havia uma entrada, que agora está soldada por estas mesmas gotas de suicídio - trancada, ninguém entra e ninguém sai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espasmos histéricos de uma mente que é incapaz de ver soluções, de ver primaveras e muito menos &lt;span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error"&gt;verões&lt;/span&gt;. A janela se fechou, o &lt;span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error"&gt;ventou&lt;/span&gt; parou e a vela incendiou todo o compartimento de &lt;span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error"&gt;sobrevivência&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil respirar, difícil &lt;span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error"&gt;ressuscitar&lt;/span&gt;, e é tão fácil entregar. A morte não está próxima, ela já vive dentro dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passos largos, &lt;span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error"&gt;trombando&lt;/span&gt; com milhões de humanos, sem nenhum perceber o que ela queria proclamar. Olhando no olho e vendo o poço, a desgraça, o túmulo. Túmulo vivo de memórias presentes. Ela é, sempre foi e sempre será uma pequenina borboleta enterrada na lama de seus próprios pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cheiro é demasiadamente irritante, repugnante e visível. Denso como sua lava mental. O nada entrou pelos poros e alojou-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela agora é o lar do nada, o parasita que não deixa dores nem rastros nem nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ela morre, aos poucos, embora com instantes rápidos, no seu próprio chão gelado. Nada ocorre, nada se move, nada grita. Enterrada viva na sua própria existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se chamava obsessão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-8357124045007768227?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/8357124045007768227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=8357124045007768227&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/8357124045007768227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/8357124045007768227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2010/02/moral-da-historia.html' title='Moral da história.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-4290566144876293051</id><published>2009-06-19T12:28:00.001-07:00</published><updated>2009-06-19T12:32:22.557-07:00</updated><title type='text'>Eu nunca quis!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SjvnTDw-TGI/AAAAAAAAAR8/v8GR4adHgSo/s1600-h/francesca.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349123297046842466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 399px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SjvnTDw-TGI/AAAAAAAAAR8/v8GR4adHgSo/s400/francesca.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Bin Laden, yo te amo - ode ao niilismo caótico do manicômio mental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na manhã que antecede o amanhã há o ar frio e o suspiro com gosto de nicotina impregnando o puro e denso vitalismo do mundo.&lt;br /&gt;Nesta manhã tudo dói, até mesmo a boa mistura da alquimia da imaginação perde o gosto: o bom degustar de um queijo com o café.&lt;br /&gt;Tudo perde o que nunca teve: o sentido. O sentido, sem ter tido um ontem ou um amanhã – tudo nesta manhã.&lt;br /&gt;Daquilo que fui só sei de um detalhe: não sei viver sem ciclos extremistas – vem um e morre, vem outro e morro... nunca renasce como o Cristo.&lt;br /&gt;A Amélia que cuida bem do amor próprio mas esquece de amar o invisível, o imperceptível.&lt;br /&gt;Da ilusão do frio de Junho, me vem à face da doce verdade do verão – do inferno, talvez.&lt;br /&gt;Nunca foi tão gelado como agora na vida mental – tudo congelado, sem princípio nem fim: buraco negro com resquícios de harmonia e tristeza.&lt;br /&gt;Quando caímos no poço, lá de baixo parece tudo caótico lá em cima, e onde estamos habitando parece tudo triste, mas tudo tão tranquilo que subir o poço parece má idéia.&lt;br /&gt;Cada cigarro é uma intensidade a mais, um amor a mais – um sofrimento a mais.&lt;br /&gt;Não há escapatória, não há antidepressivos... existem a-favor-de-depressivos.&lt;br /&gt;Meus olhos ardem, mas não se fecham... sentem a dor e continuam abertos.&lt;br /&gt;Sentem que a vida é boa, mas de tão boa ela fica inacessível.&lt;br /&gt;Quero esconder e esfaquear toda essa tristeza que me coloca frente à um poço – caio ou não caio, Senhor?&lt;br /&gt;Quero me enterrar no poço do meu labirinto, quero matar todos os malignos anjos que perpetuam em minha vida, quero-os demônios. Quero ver de nada e ao mesmo tempo de tudo.&lt;br /&gt;Sou um Templo perdido do Tempo, e o céus hão de convir que não nasci para aqui.&lt;br /&gt;Não quero nada, só quero... nada.&lt;br /&gt;E queria me sentir especial por um segundo nessa terra de pessoas importantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-4290566144876293051?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/4290566144876293051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=4290566144876293051&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4290566144876293051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4290566144876293051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/06/eu-nunca-quis.html' title='Eu nunca quis!'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SjvnTDw-TGI/AAAAAAAAAR8/v8GR4adHgSo/s72-c/francesca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-280287378889402063</id><published>2009-03-29T10:43:00.001-07:00</published><updated>2009-03-30T07:25:58.277-07:00</updated><title type='text'>Relatos de uma tatuagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/Sc-zecDM2GI/AAAAAAAAAQU/KERV2uzTfWc/s1600-h/Rockandroll+063.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318667020454910050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/Sc-zecDM2GI/AAAAAAAAAQU/KERV2uzTfWc/s400/Rockandroll+063.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O sonho de um&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;blues&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Só quem esteve no buraco sabe o quanto equivalente é o amor e o ódio. No mesmo buraco que afundamos, subimos.&lt;br /&gt;O vento cobre a fumaça que, consequentemente, cobre minha miséria e fome de vigor.&lt;br /&gt;A honra esteve nos meus sonhos entre às 3h e 4h da madrugada nítida e alegre.&lt;br /&gt;Acordei com as urradas dos leões internos e externos, alguns pássaros tentando me enlouquecer de torpor e glória. Sinto falta da glória, Zeus.&lt;br /&gt;Falando em Zeus, Atenas veio ao meu sonho enquanto eu estava morta e disse-me que o buraco só é charmoso se vermos charme nele.&lt;br /&gt;Pois que enquanto, tanto e contanto eu olho na janela que parecia mais um triângulo que um quadrado – quisera eu fosse um círculo.&lt;br /&gt;A música seria minha única glória dessa madrugada que se esconde por debaixo do meu íntimo que instiga a fumaça que expelindo eu devoro como uma deliciosa dose de alegria.&lt;br /&gt;Ele veio lento, baixo e rastejando e chegou sem pedir licença. Usou de todas as armas para me deixar no estado excitatório que leva as lembranças de volta ao consciente e repercute como uma nota tão aguda quanto se pode imaginar. Lamentando-me ele chega a doer o peito e depois me doa um bocado de refresco com uma nota tão grave como quisera ser um grito do ego. Nessa orgia de graves e agudos eu me vejo nos agudos realizando o coito com o grave. E vira o caos, o caos sem precisão, sem necessidade e sem imensidão. E eu lamento e grito, e choro e gravo tudo no meu inconsciente como uma criança adulta que mastiga uma bala de morango para lembrar o quão bom era sua vida.&lt;br /&gt;E nessas tragadas repetitivas eu engulo a fumaça e a vejo entrar por todas as possíveis entranhas da minha alma que arde no inferno e alivia no paraíso e acaba por dormir no seu peito.&lt;br /&gt;Gravíssimo é o grave que é a minha própria voz tentando se acalmar para no segundo seguinte conseguir dar um agudo como se quisesse sair de um lugar fechado.&lt;br /&gt;Olho a lua e olho meu relógio: a miséria me faz querer e querer me faz odiar; odiar me faz amar e amar me faz dormir. Se você não entrar no buraco não há como sair, e se você já chegou no fundo do buraco só há uma escapatória: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;subir&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei alegre com a note blue na minha alma... pudera eu acreditar que o sonho fosse só uma música.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ObzKavim1gk"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=ObzKavim1gk&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-280287378889402063?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/280287378889402063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=280287378889402063&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/280287378889402063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/280287378889402063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/03/relatos-de-uma-tatuagem.html' title='Relatos de uma tatuagem'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/Sc-zecDM2GI/AAAAAAAAAQU/KERV2uzTfWc/s72-c/Rockandroll+063.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-4038951319267642207</id><published>2009-03-17T12:00:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T12:12:31.456-07:00</updated><title type='text'>Baú.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/Sb_0mmV2A9I/AAAAAAAAAQM/i22zhXYOFPg/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314235029284848594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/Sb_0mmV2A9I/AAAAAAAAAQM/i22zhXYOFPg/s400/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amor cortês – relatos de uma criança&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Estórias têm começo e fim. Quem as conta é real e digno de alguma ousadia; ousadia de fantasiar.&lt;br /&gt;Saberás sobre meu amor quando, sem motivo existente, olhar uma criança e sorrir com o sorriso dela. Sentirás um riso infinito e pensarás em mim; entenderás minha mediocridade diante da vida.&lt;br /&gt;O começo é tão genial, mas tão genial que passa despercebido. Todo o começo, de qualquer coisa. Início, confronto e final: tudo é dividido nisso, sem exceção... nunca será, porém, verdade absoluta, posto que, é muito superficial dividir tudo em três fases. O mecanismo pra tudo é o mesmo, estas três fases. Uma vez que estas são subdivididas em fases menores, mas não menos importantes, que o produto não altera o resultado: começo de outra seqüência.&lt;br /&gt;O começo de tudo é intrigante, vital, inesperado, fugaz, triste, gostoso... inúmeros adjetivos. Por quê não todos os adjetivos e alguns inexistentes? - em todas as línguas, pois.&lt;br /&gt;Pensarás comigo, tudo inesperado é conseqüência de um fato novo, desconhecido. Na infância isto é mais acentuado: além de tudo ser inesperado, tudo é verdadeiro, não existe antepassados ou fatos anteriores. Por isso que a psiquê é obra-prima do começo da vida. São as crianças que representam minha concepção de liberdade/libertário: rir-se comigo e contigo, achando novo, inesperado e sem antepassados mentais: rio com seu sorriso majestoso – a beleza nunca me foi tão nova quanto a luminosidade da aura de sua boca.&lt;br /&gt;Apaixonei platonicamente. Uma espécia de Amor cortês. Vejo-te como um vasto mar azul em vez de enxergar-te como mero e medíocre ser humano: és o que és e apaixonei-me pelo teu silêncio, amando tudo o que supostamente te dói. O que te dói, Príncipe? Eu não sei sobre o que te dói, só sei que um ser humano em sua essência tem dores. Dores estas que podem lhe tirar o sorriso, o começo, as cores, a ingenuidade de ver, a inocência de sentir o inesperado. Me causa dor platônica pensar que pode ser tirado a virtude estética e mental do seu ser: o sorriso. Isso poderá te doer, e eu amo tudo que te dói.&lt;br /&gt;Por vezes caio na contradição de não querer ver você fora da minha restrita lista de amores e querer você fora da mesma. Amo tudo que te dói, mas o silêncio acaba que por doer tudo o que me dói. Minhas dores nada secretas e que por vezes você as destaca sem saber – ou sabe.&lt;br /&gt;Me calo para toda a eternidade até me dar passagem. Até eu poder dizer a intensidade de pensar que minha língua poderia achar o seu sorriso na boca. Como um balão, minha dor vai inflando pelo acúmulo de memórias e sujeiras. Vai acumulando até explodir e não existir. Veja, o balão é plástico, mas estoura – pode ou não levar tempo.&lt;br /&gt;Pelo que vejo, e toda vez que penso nisso dou uma risada infantil, como agora, meu balão foi feito cientificamente para durar muito. A intensidade se intercala com o equilíbrio de saber da existência do teu sorriso; basta-me, pois, saber a existência dele para me lembrar da minha fechada risada infantil – basta-me a existência.&lt;br /&gt;A criança nunca é falsa; mesmo ela querendo ela nunca é falsa. São espertas, desconfiadas, verdadeiras, risonhas... lindas, lindas. Aprendo mais com elas do que se eu pegasse um livro sobre psicologia moderna. Veja, eu te amo do jeito mais infantil possível: te amo desconfiada, te amo rindo, te amo com esperteza, te amo chorando, te amo vendo, te amo me calando... pra mim é muito lógico ser um sentimento verdadeiro – mas, já passei pelas estruturas da infância, posso desconfiar ainda mais disso. Não devia, mas desconfio. Como se eu estivesse adulterando a ordem dos fatos.&lt;br /&gt;As crianças são mestres natos. Desconfio que todos os deuses de todas as religiões são crianças. Aposto que estaria rindo de mim ou por mim com esta citação boba. Mas, algo tão supremo, tão verdadeiro, tão justo, tão belo, tão humilde... deve ser uma criança.&lt;br /&gt;Vejamos, Príncipe. Seres humanos do sexo masculino têm uma admiração pela delicadeza das mulheres. Delicadezas, estas, às vezes infantis: atos, expressões ou biotipos infantis. Sabe que se eu realmente acreditasse nisso, estaria feliz com algumas ofensas? Sim, posto que eu acharia uma ofensa me chamar de menina, medíocre ou babaca. Significaria para a sociedade, uma pessoa inconseqüente, não ciente dos atos. Se eu acreditasse neste pensamento discorrido estaria muito feliz. Veria, pois, que agradei e que não preciso esconder minha forma de ver a vida: infantil.&lt;br /&gt;A vida é tão infantil no caminhar até a morte. A própria morte é infantil – esperta, desconhecida e verdadeira. A seqüência de fatos nos prende a infantilidade, sair dos problemas é sempre infantil – você sempre está alerta, esperto.&lt;br /&gt;As crianças me ensinam a olhar de dentro pra fora e dar uma risada diante os problemas. São tão mestres, são tão lindas. Felizmente, me considerei uma criança – mas sinto-me dizer depois deste texto que não sou, queria realmente ser. Perdi um pouco da malícia do novo, da esperteza. Ficou tudo tão eficiente que eu não consigo rir diante do ato de te amar; é tão lindo e intenso o que sinto que merece uma gargalhada das boas! Aquelas lindas! Sabes? E se fluir de um quadro de pintura como tua boca, juntamente com o sorriso, seria graciosamente sublime.&lt;br /&gt;É intenso e irracional tudo isso; como o começo da vida.&lt;br /&gt;Sorria para mim que sorrirei para você, assim como a graça de sorrir diante uma criança linda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;2006&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-4038951319267642207?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/4038951319267642207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=4038951319267642207&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4038951319267642207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4038951319267642207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/03/bau.html' title='Baú.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/Sb_0mmV2A9I/AAAAAAAAAQM/i22zhXYOFPg/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-230878998145647546</id><published>2009-02-12T18:03:00.000-08:00</published><updated>2009-02-12T18:09:52.369-08:00</updated><title type='text'>O sorriso de Chaplin.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SZTVBrgAMkI/AAAAAAAAAPo/t84KYJ571qI/s1600-h/Tempos%2520modernos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302096886155457090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SZTVBrgAMkI/AAAAAAAAAPo/t84KYJ571qI/s400/Tempos%2520modernos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;o tempo que nos cerca sobra senão o tempo perdido&lt;br /&gt;Outrora a Aurora soprou rapidez&lt;br /&gt;E para os sábios entendidos, sobrou o desconhecido&lt;br /&gt;Na arrogância o tempo vira acelerada estupidez...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;os tempos modernos sobra-te o descaso ao acaso&lt;br /&gt;Nem Ulisses há de permear este terreno hostil&lt;br /&gt;Onde o humano ora plástico, ora barro, continua sendo um vaso&lt;br /&gt;Deus poderia ter amassado o barro que fez o homem... de forma mais gentil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;os tempos passados nos sobra senão um retrato embaçado&lt;br /&gt;Ai daqueles que copiam-no e gritam “glória ao pai”&lt;br /&gt;Me parece uma honra ao ego machucado...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;os humanos que olham o futuro como óbvio&lt;br /&gt;Digo-lhes sorrindo e chorando, uivando à esperança&lt;br /&gt;Que a tragédia e a comédia andam misteriosas e com um sereno assovio...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-230878998145647546?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/230878998145647546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=230878998145647546&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/230878998145647546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/230878998145647546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/02/o-sorriso-de-chaplin.html' title='O sorriso de Chaplin.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SZTVBrgAMkI/AAAAAAAAAPo/t84KYJ571qI/s72-c/Tempos%2520modernos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-2780852422388510382</id><published>2009-02-11T03:55:00.000-08:00</published><updated>2009-02-11T04:09:30.969-08:00</updated><title type='text'>Caosismo.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SZK9fwoUtnI/AAAAAAAAAPg/3o6BDdD9-m4/s1600-h/apocalypse650.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301508064696120946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 282px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SZK9fwoUtnI/AAAAAAAAAPg/3o6BDdD9-m4/s400/apocalypse650.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Carta de prego codificada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Um solo improdutivo na primavera: perdeu-se entre os minerais e escolheu a merda que a nutri; ela cresce.&lt;br /&gt;Um solo virtuoso de um saxofone em meio aos problemas cotidianos: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;sol&lt;/strong&gt;u mio&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Dó, Ré, Mi , Fá , &lt;strong&gt;Sol&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Lá&lt;/strong&gt;, Sí ! Eu grito por meio da nota sol.&lt;br /&gt;Onde foi parar o desespero essencial à busca do eu interior?&lt;br /&gt;- Foi buscar o efêmero do eu exterior. Lamentável.&lt;br /&gt;Sol! Ser imperativo e apaixonante. Bárbaro! (barbárie?)&lt;br /&gt;Os seres dão emoções em troca do sol; matam as emoções em troca do sol; aniquilam, degolam o sol: &lt;strong&gt;sol&lt;/strong&gt;idão.&lt;br /&gt;O imperativo de emoções é solitude. Estes moinhos de mensagens desestruturais agradam o estado existencial primitivo: estar só.&lt;br /&gt;Estar só é muito, mas muito triste. Vamos alegrar: ser só.&lt;br /&gt;Ser só como o grande, poderoso, &lt;strong&gt;sol&lt;/strong&gt;ene Sol.&lt;br /&gt;Sol dá a luz ou a ausência; trevas ou claridade; ver ou não ver;&lt;br /&gt;Sol dá ou não a possibilidade de tatear as coisas - adoro trevas. São tão, mas tão imperativas!&lt;br /&gt;Sol mata os humanos que ficam muito expostos - coitados.&lt;br /&gt;Reza o mito que o Sol vai engolir os planetas - " vende-se tijolos para construir a casinha no céu ".&lt;br /&gt;O centro dele é composto por várias sub-instâncias; estas, fazem-no jorrar luz e vivacidade em todos os sentidos.&lt;br /&gt;Vou-me indo sem descrição. Assim como descrever fatos científicos do Sol é fácil, é penoso descrever fatos subjetivos do sol.&lt;br /&gt;Ele esquenta - é o que importa.&lt;br /&gt;Ele rege - é o que importa.&lt;br /&gt;Ele funciona - é o que importa.&lt;br /&gt;Ele me faz enxergar - é o que importa.&lt;br /&gt;Ele é uma explosão intranuclear - é o que importa.&lt;br /&gt;E eu sou só como todos os seres humanos - consequentemente, uma explosão intra-egocêntrica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Lá, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Sol&lt;/span&gt;! Onde a &lt;strong&gt;sol&lt;/strong&gt;idão é &lt;span style="color:#ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;sol&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ene!&lt;br /&gt;Lá, Sol! No &lt;/em&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;solo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;; &lt;/strong&gt;no quinto dos infernos do meu&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;solu mio&lt;/strong&gt;!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Lá, Sol! Onde a atitude &lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;sól&lt;/span&gt;ida da quietude nos remete à uma good-trip!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Lá, Sol! Onde a solidão não é mais infernal senão a própria solitude en&lt;span style="color:#006600;"&gt;sol&lt;/span&gt;arada!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Só sol, só eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;30 de setembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-2780852422388510382?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/2780852422388510382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=2780852422388510382&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2780852422388510382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2780852422388510382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/02/caosismo.html' title='Caosismo.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SZK9fwoUtnI/AAAAAAAAAPg/3o6BDdD9-m4/s72-c/apocalypse650.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-3544280713465855420</id><published>2009-02-06T05:19:00.000-08:00</published><updated>2009-02-06T05:33:42.929-08:00</updated><title type='text'>Apelo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYw8Igj_m6I/AAAAAAAAAPY/Mc0ism1aX10/s1600-h/ATcAAACcguetnZ1Ie4z405VyB8lUIn5NRA2OL_t5hAZ2NoYXenpkVbwemA0ikviHuRRJwsCHVfhrjw-AOOX52UU1T60kAJtU9VA_UZwFw1XT3Iwe5M97Ja-_9A1u1w.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299676978385755042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 233px; CURSOR: hand; HEIGHT: 305px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYw8Igj_m6I/AAAAAAAAAPY/Mc0ism1aX10/s400/ATcAAACcguetnZ1Ie4z405VyB8lUIn5NRA2OL_t5hAZ2NoYXenpkVbwemA0ikviHuRRJwsCHVfhrjw-AOOX52UU1T60kAJtU9VA_UZwFw1XT3Iwe5M97Ja-_9A1u1w.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYw5fUlI1dI/AAAAAAAAAPQ/MTmsBw7OkdQ/s1600-h/ATcAAACcguetnZ1Ie4z405VyB8lUIn5NRA2OL_t5hAZ2NoYXenpkVbwemA0ikviHuRRJwsCHVfhrjw-AOOX52UU1T60kAJtU9VA_UZwFw1XT3Iwe5M97Ja-_9A1u1w.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Interbonequismo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYw5QIKTK2I/AAAAAAAAAPI/JIyN_KnurFQ/s1600-h/ATcAAACcguetnZ1Ie4z405VyB8lUIn5NRA2OL_t5hAZ2NoYXenpkVbwemA0ikviHuRRJwsCHVfhrjw-AOOX52UU1T60kAJtU9VA_UZwFw1XT3Iwe5M97Ja-_9A1u1w.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Dos olhos que tudo vêem através&lt;br /&gt;Não sobra a imagem branca pura&lt;br /&gt;Esse espelho não me passa um viés&lt;br /&gt;À exceção da &lt;em&gt;só&lt;/em&gt; afogadura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brindam severos aos espaços amplos&lt;br /&gt;Mas com a riqueza ímpar cultural&lt;br /&gt;Não valorizam os duplos, os triplos...&lt;br /&gt;És tua carcaça escultural!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ventos ecoando a cólera&lt;br /&gt;Necessitar-se-ia de compaixão&lt;br /&gt;A priori, desvio desta era&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja equilibrio do &lt;em&gt;sub-ob-jeto&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;imagenocracia&lt;/em&gt; débil&lt;br /&gt;Susurra sutil a nota do &lt;em&gt;sub-jeto...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-3544280713465855420?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/3544280713465855420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=3544280713465855420&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3544280713465855420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3544280713465855420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/02/apelo.html' title='Apelo.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYw8Igj_m6I/AAAAAAAAAPY/Mc0ism1aX10/s72-c/ATcAAACcguetnZ1Ie4z405VyB8lUIn5NRA2OL_t5hAZ2NoYXenpkVbwemA0ikviHuRRJwsCHVfhrjw-AOOX52UU1T60kAJtU9VA_UZwFw1XT3Iwe5M97Ja-_9A1u1w.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-1129255992360981428</id><published>2009-02-03T18:59:00.000-08:00</published><updated>2009-02-03T19:23:44.326-08:00</updated><title type='text'>Rodapé; roda o pé e crava no mesmo ponto.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYkFTcsKfuI/AAAAAAAAAOo/0GaLT309fyE/s1600-h/exorcista.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5298772268255182562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 246px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYkFTcsKfuI/AAAAAAAAAOo/0GaLT309fyE/s320/exorcista.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;"&gt;Nós (nó cego), mortais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Era um dia comum, todo florido e cheio de Narcisos campestres ao redor do mundo. Estava eu lá, parada no eixo sul do mundo observando o mesmo. Eu estava de passagem até a Galáxia Terrorista quando parei na Terra. Não sei o que me prendeu, talvez a mesma coisa que prende os humanos: símbolos. Sentei na ponta do eixo e fiquei brincando com uma molécula de Serotonina que mais parecia um cachorrinho para os mortais. Sentei e acendi um cigarro rico em O2 da Terra, presente de um cientista que morreu de angústia.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Peguei meu binóculo em 10 dimensões e depois o em 3 dimensões; primeiro observei com o de 3 dimensões e reconheci os símbolos dos mortais; eram tão felizes que na Terra onde me criei soaria como falsidade ideológica interior, o que é banido por lei. Tudo muito charmoso e sem uma pseudoverdade sobre tudo. Identifiquei uma que parecia sorrir de verdade... tentei entender, ora. Veja bem, eu só vejo sorrisos falsos, quando analisei o Símbolo com sorriso de verdade tive que arrancar o binóculo de 10 dimensões. Posto que, a Identidade-verossímil estava gritando e sofrendo tanto. Acho que era informação demais, tempo demais compactado sem nenhuma degustação, era simplesmente normal, precisava revivê-la ao Caos. E anotei no meu caderno de viagens o que ela estava expressando com o sorriso:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;em&gt;Eu mato o corpo racional aos poucos; mato com a angústia do devir-de-um-dia-ameno. Mato o racional com o supra-irracional; mato e mato e mato... e vou matando até que um dia isso tudo pare de querer morrer.&lt;br /&gt;Eu a matei no dia que comecei a amá-la; amei como todo o meu ego poderia amar à alguém. Amei demais e esqueci que a racionalidade nos leva a um ponto que desvia a dor: o coração não dá taquicardia se fosse racional. Sério, o coração-orgão mesmo.&lt;br /&gt;A Razão nos evita um taquicardia, carcamanos!&lt;br /&gt;Eu pensei que eu não pudesse destruí-la mais. Porém, com minha força mercenária, roubei tudo e mais um pouco, até não restar um fio para iniciar outra destruição.&lt;br /&gt;Ela é mais destruída, &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(coitada!),&lt;/span&gt; mais virtual, mais imagética. Ah! A filosofia imagética!&lt;br /&gt;O por trás da imagem, tem mais imagem. Alguém cria uma imagem, mas quem? Esse “quem” deve se destruído! Missão Rambo contra a identidade real!&lt;br /&gt;Eu mato ela todos os dias, aos poucos e com dor... a dor de saber que está sendo destruída mas que foi entregue à dor de corpo e alma ( e imagem).&lt;br /&gt;Ansiedade Generalizada sobre a imagem. A Imagem está em crise! A Imagem distorceu a Identidade e sofre porque nunca viveria sem ela. A Identidade é uma só, não se enganem, é uma só. A Imagem tem várias faces: ela é falsa. Ela não é tão inteligente mas é tão eloqüente que convence a Identidade de usá-la. A Imagem usa palavras sábias como “aceitar”, “felicidade’, “autoafirmação”, “moral”... e a coitada da Identidade e atraída por essas tentações tão &lt;span style="color:#333333;"&gt;globo-ficiais&lt;/span&gt; e medíocres. Mas ela aceita... ela segue. No caminho de mãos atadas das duas, elas caminham elegantemente, mas sempre quem consegue algo das outras Imagens é a própria Imagem; a Identidade consegue conversar com animais e &lt;span style="color:#333333;"&gt;animas-humanos&lt;/span&gt; mas consegue carregar a árdua cruz de felicidade da Imagem no seu próprio sofrimento."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;No meio da &lt;span style="color:#333333;"&gt;Imagenocracia&lt;/span&gt; só nos resta salvar as poucas Identidades e sofrer por sê-las e não por nunca tê-las sido.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-1129255992360981428?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/1129255992360981428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=1129255992360981428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/1129255992360981428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/1129255992360981428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/02/rodape-roda-o-pe-e-crava-no-mesmo-ponto.html' title='Rodapé; roda o pé e crava no mesmo ponto.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SYkFTcsKfuI/AAAAAAAAAOo/0GaLT309fyE/s72-c/exorcista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-6880647647681160793</id><published>2009-01-26T13:08:00.000-08:00</published><updated>2009-01-26T13:34:13.884-08:00</updated><title type='text'>De grão em grão a galinha enche o papo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SX4rNWbztJI/AAAAAAAAAOg/gbgg6i5qmxs/s1600-h/meigaa.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295717720194790546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 309px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SX4rNWbztJI/AAAAAAAAAOg/gbgg6i5qmxs/s320/meigaa.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;        “A fila andou naquela prática suicida” disse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Sui&lt;/span&gt; à galinha.&lt;br /&gt;         Belo estranho no ninho errado era aquele que olhava-se (me) envolta sem mesmo olhar o que acontecia aos ratos da tarde de verão.&lt;br /&gt;         Os ratos invadiriam e comeram &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Sui&lt;/span&gt; até que, o choro do sorriso apertado ligou-se a boca e permitiu-lhe um sorriso ameno. O sorriso não era largo, mas era intensificado com o olhar do belo estranho. O belo estranho estava no ninho certo, talvez: na sua querida mente, embaralhada e sem significado – para isso olhou para o chão.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Sui&lt;/span&gt; não contentou-se e além de sorri-lhe tentou sentir a mesma confusão daquele ninho; inclinou o pescoço ao sul do mundo, ao sul do céu: o chão.&lt;br /&gt;Via coisas tenebrosas no chão: nada. O belo no ninho feio estava pensando e pensando em nada – nada que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Sui&lt;/span&gt; pudesse identificar.&lt;br /&gt;        O chão deveria ser branco e suave, mas era vermelho. O belo retornou ao ninho e olhou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;diretamente&lt;/span&gt; ao meio do norte e sul, a frente. Percebeu-se um olhar cansado, tão cansado que olhou a frente e subestimando a frente, continuou a olhar para baixo. Veja, logo, ele estava olhando para frente, mas a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;projeção&lt;/span&gt; era ao sul do céu. As marcas e expressões acompanhavam o olhar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;longíqüo&lt;/span&gt; e cansado: sul do céu.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Sui&lt;/span&gt; queria cobrir-se com a pele negra velha do belo, mas ele estava longe e de tão longe ele não percebeu o leste do ninho: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Sui&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;        &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Sui&lt;/span&gt; olhou-se e se olhando olhou-lhe olhando o olhar. Olhou o olhar e sentiu-lhe, apenas, as sensações. Deste lirismo nasceu a defecação do amor. Não se coloca um poema no amor; amor é um poema.    &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Erroneamente&lt;/span&gt;, olhou querendo palavras, querendo gestos. Pobre &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Sui&lt;/span&gt;, não conseguiu sequer um terço de palavra. Abstraiu-se mas apaixonou pelo olhar corajoso e covarde do belo estranho sempre no ninho errado. Sóis vós? – perguntou-lhe em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;silêncio&lt;/span&gt; na ausência de sons do olhar.&lt;br /&gt;        Frustrou-se, Ó. A bosta nunca sairá suave se você não chorar e sorrir enquanto ela chega à privada.&lt;br /&gt;       Sentiu-se que ia vomitar lágrimas de angústia pós-expectativa, mas, não, engolindo-lhe o olhar passou a viver ao norte, de novo.&lt;br /&gt;      &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Sui&lt;/span&gt; estava inquieta e ao mesmo tempo quieta. Corpo quieto e mente inquieta, querendo quietar. Os olhares logo viraram trompetes e pianos.     &lt;br /&gt;     Os olhares sombrios transformaram-se em lamentações por saberem que eram feios; os olhares &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;ótimos&lt;/span&gt; eram perpetuados em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;seqüencia&lt;/span&gt; de notas mentais e tão viva quanto forem as notas. Logo, tudo virou uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;baderna&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;conflitante&lt;/span&gt;: nota brigando com nota, uma matando a outra, uma querendo vencer a qualquer custo... e tudo isso com o maestro Olhar rindo com o sorriso de um belo homem realmente fora do ninho que chegou rindo, entrou rindo e convenceu os discípulos do Olhar a pararem de brigar – mas tanto fez, eles brigaram ainda mais vendo que o o próprio maestro não estava ligando a mínimo para a harmonia das notas. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;Diz&lt;/span&gt;-se que com o mundo acabando, dois sorrisos se amam há muitos metros de distância, quase que outro continente. Olhar e Belo se amaram. Se amaram pouco, mas se amaram. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Sui&lt;/span&gt; ficou de fora e riu com o sorriso dos dois e apaixonou-se pelo original: o belo homem realmente estranho no ninho.&lt;br /&gt;       Matou-se, pois o ninho e toda a angústia do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-6880647647681160793?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/6880647647681160793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=6880647647681160793&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6880647647681160793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6880647647681160793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2009/01/de-gro-em-gro-galinha-enche-o-papo.html' title='De grão em grão a galinha enche o papo.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SX4rNWbztJI/AAAAAAAAAOg/gbgg6i5qmxs/s72-c/meigaa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-6660537116543903025</id><published>2008-10-24T06:25:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T06:30:10.685-07:00</updated><title type='text'>Vago e mais vago.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SQHNuJEP5gI/AAAAAAAAANk/Bg-vmGUbeOg/s1600-h/yes.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260712032336864770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SQHNuJEP5gI/AAAAAAAAANk/Bg-vmGUbeOg/s320/yes.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Eu vejo anjos, e eles estão me machucando&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Eis a revelação de cada dia que a existência nos dai hoje: existem anjos. Quais anjos? Todos somos anjos.&lt;br /&gt;Os anjos não têm antepassados, nem passados, nem dores, nem cheiro, nem mágoas, nem tristezas, nem nada. Os anjos estão por aí nos observando e não fazem nada; são bons, quando estamos angustiados eles nos emanam uma vibração – quase que um Big Bang momentâneo que explode de sentimentos bons ao nosso redor.&lt;br /&gt;Os anjos não julgam – não têm porque julgar, não são mortais.&lt;br /&gt;Um trovador me disse algo relevante: o problema é quando certos anjos encarnam e se tornam mortais. Mas por que o anjo tem tanta inveja? Não é bom ficar sem sentimentos eternamente? Não sentir dor, nem amor, nem emoção, nem a sensação do julgamento errôneo? De certa forma, eles são almas com a sabedoria suprema – mas mestres aprendem com seus filhos, os mortais. E ficam com inveja dessa sabedoria suprema dos mortais, querem por que querem.&lt;br /&gt;Este mesmo trovador me contou que julgar anjos é um julgamento cruel. Eu concordei. Julgamos coisa visíveis, e as invisíveis? As fantasias? Aquilo que está preso ao eu do indivíduo?&lt;br /&gt;A Vergonha é filha da deusa Repressão; vou contar uma lenda minha passada de neurônio a neurônio:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Século 20, estava lá no Bellulímpio a deusa Repressão engravidada pelo deus Angústia. Sabe-se que os dois tiveram um caso de amor intenso pela afinidade das tristezas.&lt;br /&gt;Nasceu assim, Vergonha! Linda! Um olhar brilhante, porém assustador, havia sido influenciada pela madrinha-deusa Inveja. A Inveja borrifou um perfume com essências afrodisíacas e infalíveis na hora do Belluismo – uma espécie de batismo. Acontece que, nesta mesma hora, o conteúdo do frasco caiu e quebrou por um tapa da Repressão. Repressão não suportou a idéia da Inveja estar borrifando essências na sua filha, Vergonha.&lt;br /&gt;Vergonha se tornou, depois de muitas eternidade, uma semideusa. Repressão discutira muito com a filha, e depois de choros e perdões sem motivos ao pai, Angústia, ela concedeu este cargo à ela.&lt;br /&gt;Os semideuses são uma espécie de anjos encarnados. Vergonha virara um anjo para os mortais, a diferença é que ela possuía asas vermelhas, pois sua mãe adorava o vermelho, e ela tinha vergonha de dizer que preferia o azul do céu. Vergonha fez uma revolução na Terra! A única coisa que ela fez foi borrifar perfumes de rosas vermelhas afrodisíacas na Terra, e o julgamento destas rosas, deste cheiro, não existiu... era invisível. A lenda acaba quando Vergonha casa-se com um deus, o deus Liberdade. Não foram felizes para sempre, pois amor sem infelicidade não é amor.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Voltando à Terra: o julgamento é uma porta fechada autoritariamente. Eu aceito julgamentos com uma condição: democracia de idades.&lt;br /&gt;Um congresso composto por uma criança de 5 anos, um de 15, um adolescente revolucionário, um adúltero de 30 , um idoso de 80, e se houver, um de 100 anos.&lt;br /&gt;A criança e o idoso são os mestres soberanos. Os dois têm as mesma sensibilidades. O idoso tem a sensibilidade recuperada da criança, e passa a contemplar mais e julgar menos. A criança é pura, não conhece nada e sabe tudo. É sensível a cada movimento brusco da vida, e infelizmente perdemos este riso externo e interno da criança, essa lealdade na fantasia e inocência verdadeira para com os problemas – resolvendo-os, às vezes, de maneira impressionante.&lt;br /&gt;A vida não seria bom sem democracia de idades; temos, ainda, a opinião do adolescente sonhador, rebelde, selvagem e falador. Posteriormente, o adúltero balzaquiano, que na maioria das vezes é mais sábio do que o adolescente, pela questão de repressão perdida. Todos muito sábios, mas nada comparado às crianças e aos idosos.&lt;br /&gt;Reparar e sentir a gargalhada de uma criança é o mesmo que estar no céu; o mesmo acontece com um sorriso tímido do idoso: isso tudo nos rejuvenesce e envelhece a alma ao mesmo tempo, e o riso, a sensação é o meio da existência naquele momento. Contemplar mais e pensar mesmo, ou pensar acerca do que sentimos é um caminho para a verdade.&lt;br /&gt;Não vou deixar os anjos me machucarem, nem deveria! Eles não existem.&lt;br /&gt;E viva o congresso!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-6660537116543903025?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/6660537116543903025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=6660537116543903025&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6660537116543903025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6660537116543903025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/10/vago-e-mais-vago.html' title='Vago e mais vago.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SQHNuJEP5gI/AAAAAAAAANk/Bg-vmGUbeOg/s72-c/yes.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-6420403895676457838</id><published>2008-10-18T15:45:00.000-07:00</published><updated>2008-10-18T15:51:47.783-07:00</updated><title type='text'>Medalha!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SPpoVN1L0mI/AAAAAAAAALY/KImq0RCIyQU/s1600-h/Fractal3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258630228607750754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SPpoVN1L0mI/AAAAAAAAALY/KImq0RCIyQU/s320/Fractal3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;A bossa nova da humanidade – honra ao mérito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um círculo é um círculo até que o modifiquem; uma nota é uma nota até darem um significado musical; o talento é talento só se você o descobrir – talento é instigado.&lt;br /&gt;Honrar o mérito exige competência, competência exige racionalidade, racionalidade exige mecanismo, mecanismo exige dogmas, dogmas existem parar ilustrar a bossa nova da humanidade.&lt;br /&gt;Não duvidaria se alguém me comunicasse que o fim dos tempos está perto. Sinto que, está mais perto desde o dia que virei corpo andante. Estou sempre perto do fim. Sejam horas, sejam méritos, sejam futuros, estou perto do fim dos dias todos os dias. Hoje pode ser meu fim do dia, ou o seu, ou o nosso.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“ A crise financeira nós até podemos achar soluções, mas a crise do aquecimento global é um dano irreparável “&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Poemas e mais poemas na racionalização. O caos do mundo chegou com tudo e colou juros eternos na fauna e flora mundial. E olha, ela nem havia comprado nada! Juros sem compra, é escravidão. Olha lá o Sol, todo endividado e raivoso! Ele quer acabar com patrão: aquele que subestimou a inteligência do mesmo - sinônimo de desespero. O Sol está indignado! Sonolento! Forte! Doente!&lt;br /&gt;A bossa nova da humanidade está contida nos loucos! Esses por aí, que vivem no inconsciente e colocam pra fora o que sentem e são chamados de insanos. Insanamente intensos, os loucos são a nova bossa do gênero humano: filhos do Caos.&lt;br /&gt;Fatores internos são os propícios à loucura... e o que diríamos sobre fatores externos? O calor? O frio? A crise de tudo? Cárcere psicológico externo, caríssimos bons e maus amigos! E eu digo, sejam bons e maus ao mesmo tempo, encontre o equilíbrio e faça xixi no sofrimento. Loucos, seres lindos, um recado feito pela minha admiração pelo inconsciente: o consciente não se regenera, se degenera. A única coisa que se regenera é nossa criança pura, o Supra Consciente! Isso mesmo! (isso mesmo nada, nem eu nunca vi isso. Só sinto). Vou falar o que sinto, e se achar baboseira, calce meu sapato por três noites: sinto que o Caos está tão próximo, mas tão próximo que posso sentir o cheiro da loucura geral. Histeria coletiva! Ah! O amor. Os intensos estão à salvos, vão aproveitar cada centímetro do caos. Aliás, o pai dos intensos e da intensidade é o Caos. Se eu fosse fazer o Caos como persona seria qualquer pessoa melancólica com um sorriso largo e sábio nos lábios! Afrodite estaria beijando Caos e dariam à luz à bossa nova da humanidade: os novos. Quem ama demais, sofre demais; quem sofre demais é intenso; quem é intenso sabe o valor do presente e se esquece do futuro. E, caros colegas de cadeia, há futuro? Há de haver! Mas, e o presente histórico?&lt;br /&gt;Loucos! Insanos! Homicidas! Religião! Deus onipotente! Globalização! Multiculturalismo! Estou ouvindo a quinta sinfonia de Bethoveen! Ah! Ah! Maestro! Ah! Nota! Ah! Variação! Ah! Lá! Sol! Lá! Sol! Piano! Violino! Ah! Maestro! Amor! Ah! Tristeza! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Amor! Aumenta! Maestro!&lt;br /&gt;Caos! Bossa humanos! Finalize com uma gaita! Céus! A grade da cadeia caiu e o Sol também! O sonho de ver-te Sol foi pras cucuias!&lt;br /&gt;Aproveitar-lhe-ei, agora! Me mate de amores solares! Maestro!&lt;br /&gt;Honramos o mérito de quem, sempre? De quem é o mérito, afinal? A pessoa faz um papel ou uma medalha honrando-lhe o mérito? A pessoa realmente reconhece sua honra ao mérito? Somos feitos moldados à querer sempre mérito. Esquecemos de elogiar até mesmo quem fracassa. Quem não consegue sua medalha de honra ao mérito, fica insano. O dono da medalha ainda o julga incapaz! Elogiemos, pois, nossos erros! Humildade antes que tardia, Minas, Mundo, Brasil, EUA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Per favore! Um poquito de arrogância para lo mundo acabar!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Nos nossos tempos podemos julgar e voltar atrás. Voltem, pois, aos buracos alheios – se voltem aos buracos alheios. Eu amo a humanidade e amo mais ainda o novo jeito dela – a bossa nova!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tudo tão lindo que preciso chorar e colocar um vestido de baile no meu inconsciente para tomar uma bebida e esperar o fim dos mundos. Vou mandar soldar minha medalha de honra ao mérito, e entregar-lhe-ei à mim mesma. Não pelo que fiz ontem mas pelo que fiz hoje. Pela intensidade de um orgasmo caótico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Ah, a honra ao mérito!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-6420403895676457838?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/6420403895676457838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=6420403895676457838&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6420403895676457838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6420403895676457838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/10/medalha.html' title='Medalha!'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SPpoVN1L0mI/AAAAAAAAALY/KImq0RCIyQU/s72-c/Fractal3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-6369922737707566891</id><published>2008-10-17T20:17:00.000-07:00</published><updated>2008-10-17T20:52:00.307-07:00</updated><title type='text'>Sensação.</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SPlXUr9gPLI/AAAAAAAAALQ/9Yop4HoQjD4/s1600-h/BarrelhouseBlues.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258330052841454770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SPlXUr9gPLI/AAAAAAAAALQ/9Yop4HoQjD4/s320/BarrelhouseBlues.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Relato de uma Alma penada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ó! Que saudade de você! “&lt;/strong&gt; cantarolou o coveiro encenando a dor de um cemitério. Este entendia a felicidade – sim, ele ganha o seu pão enterrando outros; desconhecidos.&lt;br /&gt;Susurrava palavras nostálgicas e dolorosas em Alma.&lt;br /&gt;Alma revoltou-se com tal ato: &lt;strong&gt;“ Mas... respeite a dor! Não cante! “&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No entanto... gaviões berravam e faziam estripulias nos céus da primavera.&lt;br /&gt;Alma entendeu o significado do barulho: quanto mais decifrável ele for, mais ele machuca; quanto mais palavras codificáveis, este machuca. Machuca no sentido mais pleno da palavra. Os gaviões traziam uma melancolia maior naquele céu cinza primaveril, mas, não havia intenção na melancolia, não havia a palavra única: saudade.&lt;br /&gt;Se Alma ficasse com a cabeça baixa, sem olhar os gaviões, ela sentia uma profunda tristeza triste; contudo, se ela olhasse os gaviões, ela sentia uma profunda tristeza feliz.&lt;br /&gt;Assim, ela repudiou aquela canção tão inebriante e triste. Passou a suavizar o berro dos gaviões em notas mentais, como se estivesse massageando as cordas de um imenso violão. Tudo entrou em harmonia... até mesmo aquele céu cinza que enfatiza a tristeza de um cemitério. Harmonia! Tutto belo!&lt;br /&gt;A Alma era penada mesmo! Ela tinha uma pitadinha de melindrosa, fazendo-a penada! Penada com uma pena enorme vermelha na cabeça. Era linda, linda!&lt;br /&gt;A pena dela era vermelha e brilhante, assim como sua pena mortal: suportar martírios alheios e pré-julgamentos de um coveiro que só quis cantarolar, por vezes agradando, por vezes atrapalhando. O coveiro nada mais fez do que tentar agradar àqueles que sentem saudade, e como sempre, um ou outro fecha a cara e o julga desmerecedor de colocar um hino da melancolia no cemitério. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Nada como um blues pela manhã! Nada como um êxtase de tristeza entre as asas de um gavião berrando por sua dor! Nada como a rejeição da tristeza triste pela tristeza feliz!&lt;br /&gt;Alma lembrou que o mundo está acabando e fez um blues com o coveiro, Seu Sebastião. Riram e choraram por toda a eternidade! A sinfonia da música era mental e oral. O contrabaixo era rítmico e repetido velozmente, como se quisesse aniquilar a saudade! A guitarra base saía da vibração das cordas vocais de Alma, grave! O coveiro exprimia seu desalento com os solos que berravam e choravam pela própria dor e pela dor de Alma. Alma fazia a base! O solo principal era dele, de Seu Sebastião, dosmestre de obras do cemitério! O comandante do navio! O grande, espetacular, solista! Solo uno siempre! Ele sola e chora, e vive e chora, e chora e sola... e guarda e chora e sola e ama e morre de intensidade. No vocal! Com vocês! Gaviões berrantes! Choram! Desesperam! É a vida! Tudo vira música! Intenso, impaciente e triste! O solo final é tão intenso, mas tão intenso que a respiração de Alma se ofega gradativamente. Cada fragmento de respiração demora uma eternidade. Enfim, ela chega ao ápice. O ápice é inexplicável quando se trata de expressão emocional!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é tudo exclamação! E alma grita e berra com Seu Sebastião! E dias mais amenos virão e resultarão em um transe de felicidade extrema!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande orquestra do sentimento instrumental entrou na música instrumental oral. E eu ainda vou ver os gaviões sorrindo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-6369922737707566891?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/6369922737707566891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=6369922737707566891&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6369922737707566891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6369922737707566891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/10/sensao.html' title='Sensação.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SPlXUr9gPLI/AAAAAAAAALQ/9Yop4HoQjD4/s72-c/BarrelhouseBlues.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-422739934500190841</id><published>2008-09-21T11:09:00.000-07:00</published><updated>2008-09-21T11:38:35.273-07:00</updated><title type='text'>No olhar nada se cria, tudo se transforma.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SNaPNX4MtlI/AAAAAAAAALI/OubsYnsEE_g/s1600-h/ambar.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248539875657692754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SNaPNX4MtlI/AAAAAAAAALI/OubsYnsEE_g/s320/ambar.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"&lt;strong&gt; Macbeth &lt;/strong&gt;- Isso jamais acontecerá. Quem pode recrutar a mata, ordenar às árvores que desprendam suas raízes fixas no solo? Doces profecias, que bom! Tu, morto revoltado, não te levantes até que o Bosque de Birnan tenha se levantado, e o nosso Macbeth, na mais alta posição, viverá o que arrendou a Natureza, soltará seu último suspiro em seu devido tempo e de acordo com os hábitos dos mortais. Ainda assim, meu coração dispara, ansioso por saber uma coisa. Digam-me, se vossa Arte pode tanto assim: o descendente de Banquo chegará algum dia a comandar este Reinado?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Todas&lt;/strong&gt; as bruxas - Não queira saber mais do que já sabe. "&lt;br /&gt;Macbeth, &lt;strong&gt;Shakespeare W&lt;/strong&gt;. Quarto ato, cena I. &lt;em&gt;Uma caverna na zona do pântano. No centro, um caldeirão fervendo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O medo e a pseudoverdade entendida como verdade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela era uma bruxa. Sim, uma bruxa. As bruxas eram temidas e queimadas. Usavam vermelho em defesa da bandeira oposta do sentido desta cor para nobreza: riqueza.&lt;br /&gt;Demorou muito tempo até ela virar uma bruxa: frações de segundos; frações de eternidade.&lt;br /&gt;Ela era rosa cor de bebê, parecendo um porquinho que acabou de sair da placenta da mãe-porca.&lt;br /&gt;Ela era meiga como uma criança de 3 anos pronta pra ir à uma festa com a mãe.&lt;br /&gt;Sua essência, a mente, era toda branca. Vazia? Não: enraizada à fundo sem conseguir distigüir quais cores formavam o branco - todas. Porém, a membrana era vermelha - vermelho sangue; puro sangue humano. Na verdade, era uma pseudomembrana, pois esta estava tão abaixo do branco que realmente não aparecia; era rosada, como sua cara de porquinha.&lt;br /&gt;Interessante foi o dia do colapso das cores... enegrecendo tudo e depois ficando colorido.&lt;br /&gt;Se tornar bruxa não é fácil, destemidos amigos de cadeia. Se tornar bruxa não requer exatamente nada... por isso é tão, mas tão difícil. A Porquinha conseguiu! Parabéns pra ela e ruim para nós, mortais - pseudomortais.&lt;br /&gt;A Porquinha tinha medo de virar bruxa, morria de medo - pseudomedo. Do lado oposto, queria viver como a Porca-mãe - pseudoverdade. Quando ela se tornou puro sangue - bruxa - ela teve medo. Enfim! O medo! Que delícia. Medo de quê? De exatamente nada - o nada da tanto medo que o evitamos - tadinho!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Evitar... " Isso aqui vai me dar um infarto! Olha o tanto de gordura! "&lt;br /&gt;Dúvida... " Da onde você você tirou isso? "&lt;br /&gt;Verdade... " Seu burro! A gente aprende isso na escola!"&lt;br /&gt;Medo... " Me esqueci! "&lt;br /&gt;Pseudomedo... " Mas dá uma vontade de dar uma bicada aí! "&lt;br /&gt;Pseudoverdade... " Todo dia alguém morre disso. "&lt;br /&gt;Nada... ( ela tirou uma parte da gordura e comeu a carne )&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Porquinha estava linda naquele dia! Toda chique com seu rostinho de blush rosado na sua cara rosada-de-porco. Toda rosa, da testa ào queixo... rosinha, rosinha. Parecia um patê de salsicha.&lt;br /&gt;E os cabelos? Ah, o cabelo! Tão brilhante que fedia à perfume de condicionador que ela usara à 20 minutos atrás.&lt;br /&gt;A unha era rosa também - ela era fina.&lt;br /&gt;A roupa era engomada e sapato ilustrado com flores primaveris.&lt;br /&gt;E o ego? Ambaquista desde que estava no lençol rosa do berço: amava ser o que não era.&lt;br /&gt;Sozinha - tadinha - com os amigos. Somos únicos no que quesito solidão - concorda, Porquinha? Espero que sim, e há de concordar.&lt;br /&gt;A multidão se fundiu! As pessoas entraram nelas mesmas naquela plataforma esperando o trem! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;" Me conte quando as ovelhas pararem de gritar, Clarice. "&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Barulho! Vozes! Detalhes! Mulher! Homem! Criança ! Barulho, barulho, barulho!&lt;br /&gt;Estava se aproximando um doidinho. Um " doidinho " de " rua " que temos medo. Aquele que nasceu de pai e de mãe e que é pessoa. Aquele que não nasceu doido - divagações incoerentes.&lt;br /&gt;Todos corriam... todos correm. Todos menos a Porca. A Porca paralisou. A Porca tomou um susto tão grande que ficou parada, sem expressão - sem nada. O que aconteceu naquele momento? Não sei, se eu soubesse não tava fofocando aqui. Só sei que ela mudou tão completamente que em vez de pálida, em resposta ao susto, ficou vermelha. Essa vermelhidão nunca passou. Parece que ela sentiu vergonha dela mesma e dele, do "doidinho" da "rua".&lt;br /&gt;Naquele milésimo de momento, se amaram. Não se tocaram, não fizeram nada, tiveram medo. Ele teve medo dela e ela dele. Ele teve medo porque ela não correu, como todos fazem. Ela teve medo de nada, pois havia tudo parado. Ela estava naquele delicioso momento de não saber o que fazer - saber ela tinha, ela não tinha conhecimento do que fazer.&lt;br /&gt;Ele era feio, ela era linda... mas agora era vermelha.&lt;br /&gt;Ela viu a tristeza nos olhos dele, e ele viu que ela viu. Quem disse isso? Os olhares. Os olhares são chefões da máfia do corpo humano. Todos obedecem ao Olhar. Ele é sempre destemido - sempre.&lt;br /&gt;A Porca obedeceu ao seu chefe: chorou. A Porca não queria mudar, mas naquele momento foi precioso. Naquele momento ela não sentiu nada, só sentiu medo. Ela sentiu uma dor, uma dor ótima, aquela dor de uma brisa gélida com nosso corpo quente.&lt;br /&gt;A Porca viu nos olhos daquele ser, uma ternura intensa. Uma tristeza; uma tristeza típica dela. Mas ele tinha a diferença: ele se entregou, ele estava no equilíbrio da existência. A Porca não. A Porca era um casulo, um casulo bem rígido. Nesse momento demorado da divisão do momento, o casulo se abriu. Não saiu uma borboleta, saiu uma bruxa. Uma bruxa tão linda que irradiou raios de compreensão aos olhos do "doidinho" da rua. Irradiou uma sensação vermelha e cinza. A sutileza do cinza com a paixão e revolução do vermelho. Irradiou, e irradiou de dentro pra fora. Depois de fora pra dentro: osmose de cores, sem energia, sem forças: natural.&lt;br /&gt;A Porca agora amou a si como se amasse aquela personalidade de Porca. A diferença é que ela era uma pseudoverdade - pseudoporca. Ela virou uma porca agora. Suja, imunda, linda, persona do caos, persona da vida: distorcendo Anaïs Nin, encontrou o delta da vida. Dançou tango com ela mesma e com os olhos do "doidinho".&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Linda, linda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;" Uma mulher tem que ter uma coisa de triste, uma coisa que sente saudade, uma coisa que chora, uma coisa que brilha. "&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-422739934500190841?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/422739934500190841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=422739934500190841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/422739934500190841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/422739934500190841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/09/no-olhar-nada-se-cria-tudo-se.html' title='No olhar nada se cria, tudo se transforma.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SNaPNX4MtlI/AAAAAAAAALI/OubsYnsEE_g/s72-c/ambar.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-3054230788092572984</id><published>2008-09-11T13:02:00.000-07:00</published><updated>2008-09-11T13:40:05.021-07:00</updated><title type='text'>Nana, nenê! Porque a cuca vem pegar.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMl-xZ1OP0I/AAAAAAAAAK4/blmuBwv6vUM/s1600-h/dorothy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5244862628262461250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMl-xZ1OP0I/AAAAAAAAAK4/blmuBwv6vUM/s320/dorothy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;O sorriso da feia. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Nos meados do século inexistente-até-hoje surgia uma mulher tão feia que até as plantas murchavam quando ela passava - mal sabiam que as flores ficavam vergonhosas com tanta beleza que perdiam a própria.&lt;br /&gt;Seu nome era &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Bellu&lt;/span&gt;, mas os seres imperceptíveis a chamavam de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Bellu&lt;/span&gt; Zebu. Ela pertencia à uma tribo de extraterrestres chamada &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Belluzimáticos&lt;/span&gt;. Estranhamente todos nasceram belos como um diamante e ela era feia que nem você.&lt;br /&gt;A lenda conta que ela tinha o sorriso mais luminoso e bonito da face da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;globosfera&lt;/span&gt;. Mas, como ela só tinha isso de belo, os deuses &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Bellzimáticos&lt;/span&gt; mandaram a feia à Terra para testar os belos.&lt;br /&gt;Ela se contrapunha à deusa da Justiça, pois era nocivamente horrível e usava um lenço vermelho para tampar a única coisa bonita no seu rosto, o sorriso.&lt;br /&gt;Ela caminhava sobre a Terra. Tentava falar, falar, falar, mas o lenço vermelho não deixava sair o som.&lt;br /&gt;Rumores dizem que a voz dela era como um canto gregoriano. Sombrio, obscuro, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;extasiante&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;orgástico&lt;/span&gt;... linda. Ela não falava nada, só observava. Observava atenta aos xingamentos de sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;feiúra&lt;/span&gt;, sorria com os sorrisos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;zombateiros&lt;/span&gt; alheios, sorria, sorria, sorria... mas ninguém via. Ficava observando com sua alma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;estrábica&lt;/span&gt; os belos e feios.&lt;br /&gt;Ela era tão artista, tão envolvente, que seu sorriso não permitia os olhos sorrirem. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;deus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Belluz&lt;/span&gt;, soberano do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Bellímpio&lt;/span&gt;, disse-lhe que ela era um monumento andante. Uma estátua feia. Um reflexo animado sem voz dos humanos.&lt;br /&gt;Ela odiou essa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;idéia&lt;/span&gt; desde o começo, pois ela era amante do próprio sorriso. Mas começou a amar a própria observação.&lt;br /&gt;Em um dia nebuloso ela foi à uma taverna na avenida mais movimentada da cidade.&lt;br /&gt;Sentou e ficou olhando todos rindo da cara dela. Mas depois pararam.&lt;br /&gt;Chegou um homem tão belo, mas tão belo que Narciso morreria de inveja. Seu nome era &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Foedu&lt;/span&gt;, da tribo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Foeduzimáticos&lt;/span&gt;, os fascinados pelo o que supostamente é feio. Ele ao contrário de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Bellu&lt;/span&gt; na sua tribo de belos, nasceu maravilhoso na tribo de feios. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;deus&lt;/span&gt; não impôs nenhuma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;atividade&lt;/span&gt; para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Foedu&lt;/span&gt; na Terra, apenas viver. Ele tinha uma alma depressiva, auto-destrutiva, ficava nadando entre as margens de um mundo narciso.&lt;br /&gt;Como estava acostumado com a triste beleza dos feios, ele se aproximou de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Bellu&lt;/span&gt;. Ela, como nunca havia sentido tal sensação de aproximação, saiu correndo feito uma lebre. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;Foedu&lt;/span&gt; agonizado com o desafio, nunca existente em sua vida bela, correu atrás da lebre feia. Correu até não sentir mais cansaço na procura por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;Bellu&lt;/span&gt;. Correu desesperadamente entre árvores escuras e não a encontrou. Ficara demasiadamente triste, inseguro, sentindo-se feio. Num surto momentâneo, ouviu um barulho parecido com um vento. Olhou pro lado e viu alguma coisa avermelhada brilhando e lembrou do lenço de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Bellu&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Bellu&lt;/span&gt; não possuía expressão, como mandara seu &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;deus&lt;/span&gt;, mas estava tremendo desorientada, desnorteada, pois foi sempre o sul que lhe mostraram.&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Foedu&lt;/span&gt; abaixou e ficou só a olhando, com o rosto fechado, de quem descobre um mistério: pasmado, inseguro, periférico, desligado... feliz. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Bellu&lt;/span&gt; estava cada vez mais &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;trêmula&lt;/span&gt; diante daquele homem escultural. Fechou os olhos e ele &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;susurrou&lt;/span&gt; " não" em seus ouvidos. Neste ato de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;susurro&lt;/span&gt; passou o nariz levemente no nó do laço e arrancou. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;Bellu&lt;/span&gt; ficou pasma e deu-lhe um tapa; caiu no chão e ficou sentindo algo diferente, algo libertador... ela era bonita. O sorriso dela era um sorriso de deuses. Era iluminado, desenhado, parecendo que algum artista havia pintado a boca.&lt;br /&gt;Ele a olhou, e neste momento estava muito escuro, sem luz. Ela teve que levantar um pouco a cabeça para entrar no único feixe de luz. Foi levantando e primeiro apareceu o cabelo negro, brilhante. Depois esta parte sumiu, e apareceu os olhos lindos, desenhados, felizes... sorrindo. Depois veio o nariz, perfeito. E finalmente... o sorriso. Um sorriso tão suave que enlaçou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;Foedu&lt;/span&gt; e o fez sorrir e a beijar como nunca havia beijado alguém antes. Ele ficou pensando por horas como era bom beijar um desafio... apaixonar pelo desafio apenas vendo-o em um bar e depois vendo-o correr. Como era significante colocar poesia nos lábios de um desafio! Quão feliz foi aquela noite para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;Foedu&lt;/span&gt;! Ele apaixonara tão perdidamente que realmente se perdeu! Nunca mais foi o mesmo, nunca mais voltou ao mesmo caminho onde jogou suas migalhas de pão.&lt;br /&gt;Não foram felizes para sempre. Os trovadores que me contaram esta &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;estória&lt;/span&gt; disseram que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;Bellu&lt;/span&gt; ficou inebriada com sua beleza e nunca mais olhou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Foedu&lt;/span&gt;. Este, morreu de amores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Qual o amigo que a sós consigo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Pensará: — Não há de ser nada...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Quem será a estranha figura&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A um tronco de árvore encostada&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Com um olhar frio e um ar de dúvida?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Quem se abraçará comigo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que terá de ser arrancada?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Quem vai pagar o enterro e as flores&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Se eu me morrer de amores?&lt;/span&gt;" &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;Vinícius&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;Moraes&lt;/span&gt;, A hora íntima.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-3054230788092572984?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/3054230788092572984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=3054230788092572984&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3054230788092572984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3054230788092572984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/09/nana-nen-porque-cuca-vem-pegar.html' title='Nana, nenê! Porque a cuca vem pegar.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMl-xZ1OP0I/AAAAAAAAAK4/blmuBwv6vUM/s72-c/dorothy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-8007348031593373162</id><published>2008-09-08T10:47:00.000-07:00</published><updated>2008-09-08T11:10:35.421-07:00</updated><title type='text'>Sobre extreminadades de uma estrada.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMVo4Aewr1I/AAAAAAAAAKw/Rks-yxFn9c4/s1600-h/eeeeeeee.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243712652553793362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMVo4Aewr1I/AAAAAAAAAKw/Rks-yxFn9c4/s320/eeeeeeee.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ser &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;(&lt;em&gt;amor metafísico,amor clichê casual, amor possessivo, amor libertador, amor incondicional, amor afroditeano, amor narscisista: auto-fé&lt;/em&gt;)&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;u&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; não ser, &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;essa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; não é a questão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;800000 mil d.c, seres humanos roganda uma praga na humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Fonte: Universidade universal de uma pessoa anônima ,UUPA. Anna Clara, aprendiz momentânea em silêncio mental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#660000;"&gt;Ah! O amor.&lt;br /&gt;O amor não é metade. O amor é ponte.&lt;br /&gt;Hemisfério norte e hemisfério sul, meio;&lt;br /&gt;Ser ( produzir, fundir, meio, ligação, orgástico, ponte) ou ser, eis a questão;&lt;br /&gt;Adão e Eva: a ponte foi a maçã;&lt;br /&gt;Pecado e crime: a ponte é a consciência;&lt;br /&gt;Lei e ordem; a ponte somos nós;&lt;br /&gt;Deus e humanos; a ponte foi a perda da auto-fé;&lt;br /&gt;Amor e ódio; a ponte foi a poesia do ego destruído saborosamente;&lt;br /&gt;Lula e PT: a morte dos egos é a ponte;&lt;br /&gt;Ponto e a vírgula: a ponte é o conteúdo;&lt;br /&gt;Orgasmo e tesão: a ponte é o ato pecador sexual;&lt;br /&gt;Tensão e intensidade: a ponte é a espectativa - realista, pessimista ou otimista;&lt;br /&gt;Belo e feio: a ponte são os olhos. Olhos, olhos, olhos, olhos... olhe com atenção.&lt;br /&gt;Aristóteles e Hegel: a ponte foi a lógica;&lt;br /&gt;Eu e você: a ponte pode ser um abismo e um céu -independente se te conheço ou não. Adoro abismos profundos! Se não tiver chão, melhor ainda!&lt;br /&gt;Céu e inferno: a ponte foi a esperança na crença e mitologia;&lt;br /&gt;Ponto A e Ponto B: a ponte é formada por minuciosos pontos infinitos sem medidas;&lt;br /&gt;Ponte de safena e vida: a ponte é o coração;&lt;br /&gt;Som e instrumento: a ponte é o instrumentista;&lt;br /&gt;Ser ou não ser: a ponte é o meio. O meio do meu ego, o meio do meu amor, o meio da minha vida, o meio do meu desespero, o meio do meu silêncio, o meio do meu futuro, o meio do meu passado, o meio do meu ódio, o meio da minha fé, o meio do meu saber, o meio do meu conhecimento, o meio da minha liberdade. Meio mais meio? Um. Um dividido por infinito? Não existe. Mas não exista. Quero existir no ser e não ser, e há cada momento isso será minha questão.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ao meus eus e deuses interligados,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fundindo no meu silêncio, vi que te amo, Anna. Descobri que você é uma ponte entre vida e morte.&lt;br /&gt;Agradeço-lhe, pois, por ser tão mutável. Nunca se esqueça de ser uma mutante, uma serpente, um vírus, uma civilização... nunca se esqueça dos momentos pedagógicos do seu eu. Eu te amo. Eu &lt;strong&gt;nos&lt;/strong&gt; amamos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(Dica de gastronomia dessa semana: se eu me arrepender do que eu escrever amanhã, ótimo, significa que estou com uma gangrena na alma, que estou na ponte da questão do ser e ser)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-8007348031593373162?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/8007348031593373162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=8007348031593373162&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/8007348031593373162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/8007348031593373162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/09/sobre-extreminadades-de-uma-estrada.html' title='Sobre extreminadades de uma estrada.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMVo4Aewr1I/AAAAAAAAAKw/Rks-yxFn9c4/s72-c/eeeeeeee.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-3457313340449782745</id><published>2008-09-07T10:41:00.000-07:00</published><updated>2008-09-07T14:18:44.354-07:00</updated><title type='text'>Minha paixão pelo Presente, Araras, Mitos e Brasil.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMQTDg0UI1I/AAAAAAAAAKg/J3V90LTkWYQ/s1600-h/Arara+azul.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243336817235993426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMQTDg0UI1I/AAAAAAAAAKg/J3V90LTkWYQ/s320/Arara+azul.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;strong&gt;Origem dos índios Arara&lt;/strong&gt; - "... Para eles, quando essa vida ainda não havia começado, existiam somente o céu e a água. Separando-os, uma pequena casca que recobria o céu e servia de assoalho a seus habitantes. Na casca do céu a vida era plena, pois havia de tudo para todos. A boa humanidade, protegida pela divindade Akuanduba, vivia conforme as coisas básicas da vida: acordar, comer, beber, namorar, dormir. Se alguém cometesse algum excesso, contrariando as normas, a divindade fazia soar uma pequena flauta, chamando a atenção de todos para que se comportassem de acordo com a boa ordem. Fora da casca do céu, existiam coisas ruins, seres atrozes e espíritos maléficos, contra os quais a boa humanidade estava protegida por Akuanduba. Houve um dia, no entanto, que ocorreu uma grande briga da qual participou muita gente. A divindade fez soar a flauta, mas a multidão teimosa não quis parar de brigar. Nessa confusão, a casca do céu se rompeu, lançando tudo e todos para longe, para dentro da água que envolvia a casca. Com a queda, todos perderam e todos os velhos e crianças morreram, restando apenas uns poucos homens e mulheres. Dos sobreviventes, alguns foram levados de volta ao céu por pássaros amazônicos, onde se transformaram em estrelas. Os que ficaram, foram abandonados pelos pássaros nos pedaços da casca do céu que caíram sobre as águas. Assim, surgiram os Araras que, para se manter afastados das águas, escolheram ocupar o interior da floresta. Até hoje, os Arara, habitantes do vale dos rios Iriri-Xingu, no Estado do Pará, assobiam chamando as araras quando as vêem voando em bandos por sobre a floresta. Quando pousam no alto das árvores, as araras, por sua vez, observam os índios e, ao notarem o quanto eles cresceram, desistem de levá-los de volta ao céu. Aqui já foram deixados outras vezes e aqui deverão permanecer. Os Arara, que antes viviam como estrelas, estão agora condenados a viver como gente, tendo que perseguir o alimento de cada dia em meio aos perigos que existem sobre o chão." (Ieipari - Sacrifício e Vida Social Entre Os Índios Arara, Márnio Teixeira Pinto, Ed. UFPR, 1997) "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;7 de setembro de 2008&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Querido Futuro,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Sinto lhe informar futuro, mas a independência está morta hoje. Não é mais relevante possuir a independência -sim, a independência é possuída. A moda agora é ser dependente e ser pseudoindependente.&lt;br /&gt;Futuro, seja rápido, querido. O Presente mandou te dizer que não há muitas esperanças. Ele está doente e preocupado. Temo pela sua saúde.&lt;br /&gt;Nunca revele ao Presente o quanto eu o amo. Futuro, aquela noite em que te revelei meus segredos foi um momento muito religioso da minha parte. Descobri que o Presente é a paixão da minha vida. Ele é tão lindo, hipnótico, espumado, mentiroso, verdadeiro, caótico... eu não vivo mais sem ele. Lembra que entrei em desespero quando me apaixonei pelo Presente? Mas depois fui pensar na relevância da independência. Hoje, o Brasil está fazendo festa aqui fora. Nada diferente, Futuro, as árvores estão com os mesmos balanços, os pássaros cantam... que delícia essa manhã de independência. A independência tem cor de primavera? O Brasil é tão tropical, acho que é por isso que enfrentam cada coisa com um sorriso verde nos lábios. Não é uma graça?&lt;br /&gt;Olha, Futuro, eu observo que o céu está azul como sempre. Tudo está a mesma coisa. Mas, a sensação de êxtase de pensar que hoje é dia da indenpendência me deixa drogada de torpor. Olha, Futuro, o Presente me ensinou em uma noite de amores que quando eu acordasse eu tinha que fazer uma reflexão sobre a cor do céu. Exatamente quando eu acordasse eu devia olhar o céu. Percebi que é sempre azul, Futuro, como o sorriso das crianças aqui. Mas meu ego fica refletindo luzes mais escuras para o céu, perdendo sua totalidade da cor. O Presenté é sábio. Futuro, essa dinâmica me trás o único céu todos os dias. O Passado anda querendo fazer amor comigo. Mas ele continua com muitas teias, assim como a dependência. Ele disse que tenho uma necrose na alma que não vai se curar. O Presente olhou para ele e deu um sorrisinho e me beijou. O beijo dele tem sabor de algo doce, mas algo que nunca experimentei. Fiquei degustando seus beijos por tempos ( sem duração, como sempre parece) e sempre é inédito cada sensação.&lt;br /&gt;O Presente nunca brigou com ele. Mas o Presente me defende do Passado, ele é um pouco cruel às vezes. Você me entende, Futuro? Você está cansado das minhas cartas? Se estiver eu não vou estar nem aí, pra mim você não existe mesmo. Quanto tempo vai começar pra você existir? Não sei. Por isso vou lhe entregando essas cartas sem nenhuma cobrança de resposta. Aliás, a cobrança é relevante hoje. A cobrança não está morta. Vi ela outro dia passeando na rua, hoje ela tá tão magra que tive que injetar glicose pra ver se eu a acordava - ou matava, morro de preguiça dela.&lt;br /&gt;Estamos rodeados por fumaças de independência. O que acontece com fumaças? Voam, voam, com suas partículas enraizadas no ar. A dependência fica aqui do meu lado, enchendo minha paciência e expelindo miniaturas de independência. Eu já cansei de mandá-la tomar um banho quente de bosta diarréica, mas ela fica aqui soltando fumaça. O problema é que ela vira a cara quando solta. Eu já disse que eu gosto! Meus olhos ardem no começo, ficam lubrificados e enxergam melhor. A dependência está vomitando independência. Mas acontece é que ela comeu independências demais, agora fica aqui do meu lado defecando, urinando e vomitando.&lt;br /&gt;Futuro, encontramos o equilíbrio? A frenesi acabou? O mundo ficou estático?&lt;br /&gt;Passado, você tá de parabéns. Estamos interdependentes hoje, ou &lt;em&gt;melhor-dependentes&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Presente, eu te amo tanto; converse com os robôs, hão de lhe amar como eu. Brasil, amo você com devoção. Só não acendo uma vela pois não acredito em santos, mas é exatamente por isso que te amo tanto. Perfeição me dá alergia. Sabe, Passado? Acho que já sentiu... umas bolinhas vermelhas que irritam e voltam de tempos em tempos? O que me dá mais alergia ainda é essa inércia psicológica... essa aí cria feridas homéricas em mim.&lt;br /&gt;Futuro, o Presente é um ótimo amante. Como eu já lhe disse, ele é meio excêntrico (quem sai do centro e sempre vive em busca dele, me apaixona), meio neurótico. Mas até nisso ele é belo. Ele some às vezes, mas eu o entendo. Só que estou apaixonada, Futuro. O Presente mudou minha vida.&lt;br /&gt;Já ía me esquecendo ( minha cabeça anda péssima, Futuro), diga ao Passado que encontrar-me-ei com ele às margens do rio Ipiranga e susurrarei com ternura aos ouvidos: " Independência ou vida. "&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-3457313340449782745?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/3457313340449782745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=3457313340449782745&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3457313340449782745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3457313340449782745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/09/minha-paixo-pelo-presente-araras-mitos.html' title='Minha paixão pelo Presente, Araras, Mitos e Brasil.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMQTDg0UI1I/AAAAAAAAAKg/J3V90LTkWYQ/s72-c/Arara+azul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-3280989182223885099</id><published>2008-09-05T09:48:00.000-07:00</published><updated>2008-09-05T10:25:58.475-07:00</updated><title type='text'>Carta enviada.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMFlGWz4VEI/AAAAAAAAAKY/8EHmJo0boNg/s1600-h/rosa%2520vermelha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242582601112769602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMFlGWz4VEI/AAAAAAAAAKY/8EHmJo0boNg/s320/rosa%2520vermelha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Minha querida rosa,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estais conservada dentro de um campo de rosas vermelhas. Olhaste ao infinito abaixo das rosas vermelhas e sugou-me rosas brancas com caule vermelho.&lt;br /&gt;Convoque um chá de domingo com as rosas brancas. Deixei o destaque contrastando com o seu vermelho, Rosa.&lt;br /&gt;Engraçou-me sua graça de sabedoria na minha, até então verdade absoluta sobre melancolia pós-você.&lt;br /&gt;Sinto-lhe sempre com uma brisa de um campo ao entardecer. Uma rosa bate levemente e suave, enquanto as brancas ficam sorrindo ao te ver.&lt;br /&gt;Construiu-me dezenas palavras de artimanhas da felicidade: ajuda e compaixão para com os outros. Levo-lhe, pois - nessas duas palavras ótimas - otimistas.&lt;br /&gt;Lembrais que te escrevi uma carta mental no dia que partiu para a longa viagem do recomeço. Pedi-lhe paz e conforto para nossos corações que ficam. Corações. Estes, vermelhos, vermelhos rosas. E somos, por sua vez, rosas brancas com seu caule de diva rosa vermelha.&lt;br /&gt;Moldada pelo toque, sinto seu abraço de conforto todas as vezes que venho, por meios mentais, a chorar. Choro procurando o meio, o equilíbrio do todo, e choro de felicidades quando consigo sentir seu toque moldado à sabedoria.&lt;br /&gt;Calmaria me envolve como quando estamos em um campo cheio de rosas. Calmaria esta que me faz pensar que olhas por mim e por todos.&lt;br /&gt;Lembro-me bem de sua máquina de costura, costurando meus sonhos de menina bondosa. Aquela peça marrom-madeira me faz lembrar de você sentada dando sorrisos involuntários, sagaciando sua alma de divina - sempre foi e sempre será.&lt;em&gt; Sempre&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Estais me olhando e ouvindo agora? Eu sei que está. Meu saber nunca foi tão expressivo, nunca foi tão moldado no seu toque e graça.&lt;br /&gt;Aveludada és você. A sensação de tua presença é como passar a mão em uma petála de rosa. Sentir o tato do seu tato com a rosa. Rosa.&lt;br /&gt;Extravagante simplória é uma rosa. Extravagantemente bela é você, Rosa. Simplório é o que aprendi a ser quando você se foi.&lt;br /&gt;Vageza de mim pensar que você se foi. Você não foi e nunca irá. Ficarás rodeada no meu mundo sem território. Abro alas para o território atemporal, onde aprendi a me expressar como quero, sinto, &lt;strong&gt;alma&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;nejo&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;vaga&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;não&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;reio&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;corac&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;eando, tocando a harpa das rosas entres as rosas brancas que foram mutando-se em direção ao eu delas mesmas.&lt;br /&gt;Ensinaste, Rosa, o quanto a graça de viver é desejada. E ensinou ainda a lidar com os submundos do caminho até a graça.&lt;br /&gt;Equilíbrio este que sinto e levo para vida, e que devo-lhe total merecimento. Merecimento? Merecimento não é digno de você. Tu já brotou ao mundo merecida.&lt;br /&gt;Quero lhe dizer que hoje não mais sinto qualquer tipo de arrependimento. Como sei que queria que eu não sentisse. Sinto apenas a brisa tocando minhas bochecas, maçãs do rosto, orelhas, lábios, nariz, testa e olhos - estes mesmo que herdei de ti.&lt;br /&gt;Aprendi a reparar na suavidade das rosas. Aprendi a reparar na suavidade do sentimento. Aprendi a reparar na sua falta e na sua presença.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Orquídea&lt;/span&gt;ndo a bela vida, aprendi a ser amena, com você.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Carvalhea&lt;/span&gt;ndo o toque da madeira dura, aprendi que aquilo me fazia bem, fazia eu me encontrar em direção à paz de espírito.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;Vitória&lt;/span&gt;-&lt;span style="color:#66ff99;"&gt;&lt;strong&gt;regendo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; a vida, aprendi que estamos flutuando em um líquido denso, porém astuto e belo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Copo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;-&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;strong&gt;de&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;-&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;leite&lt;/span&gt;ando a vida, aprendi que as formas não são importantes, mas sim, a beleza da sensação do toque.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Erva-daniando&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; meu eu, soube separar os venenos que vieram das raízes, e achar beleza nas sensaçãos e em mim.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;Y&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;p&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;ê&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ziguando a vida, vi que existem cores puras para os sentimentos, mas estas cores, são infinitos toques como seu rosto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;Jabuticaba&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ndo meus instintos infanto-infância, vi a saudade da fazenda enorme que me acolhe pensando em ti.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Tulipa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ndo meus gestos vindos de seus genes, vi onde começou o charme das mulheres de nossa família.&lt;br /&gt;Me &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;roseando&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;roseando&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; você, soube sentir felicidade eterna quando estou triste, sem você, e sem sua filha bela como a aurora.&lt;br /&gt;Desejo que me roseie e me traga sabores escarlates nos momentos de desespero.&lt;br /&gt;Agradeço por ser minha rosa divina, diva e infinita.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Eu te amo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Saudades com sabor de paixão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-3280989182223885099?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/3280989182223885099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=3280989182223885099&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3280989182223885099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3280989182223885099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/09/carta-enviada.html' title='Carta enviada.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SMFlGWz4VEI/AAAAAAAAAKY/8EHmJo0boNg/s72-c/rosa%2520vermelha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-46857975119211563</id><published>2008-09-02T08:47:00.000-07:00</published><updated>2008-09-02T09:07:24.105-07:00</updated><title type='text'>Defecação, ponto e vírgula, parágrafo, travessão.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SL1gYTsSVLI/AAAAAAAAAKQ/HWyq7yxSiUk/s1600-h/ah.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241451512048276658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SL1gYTsSVLI/AAAAAAAAAKQ/HWyq7yxSiUk/s320/ah.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;A arte no olhar&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;orgasmonós-lhes excrementu pelo oculu.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="right"&gt;(ato 1, cena 4 - lembrar de avisar Elton sobre as roupas das meretrizes)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Senhoras, senhorios, senhores, vagabundos, putas, ricos, amantes, loucos, normais, posso pedir um minutinho de atenção e transformar abstração em realidade moldada em palavrinhas silenciosas? Tirem a porra do pé da cadeira! Obrigada. Idiota, me traga uma água. Idiotílico, bêbado idiota.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Impetuoso é, e deve ser, a alma do criador. O que se passa por trás dos conjuntos de círculos oculares? Será que são estabelecimentos não-ordenados de pequenas efígies e se forma uma película no âmago e entrelhaça nas tripas? Será que a imagem invertida é proposital? Nos chamando, discretamente, de egocêntricos e irreais?&lt;br /&gt;Será, pois, esse o segredo da úlcera da felicidade, do poder, do pudor? No sentido de que as imagens são passadas claras, mas interpretamos de forma invertida? Será mesmo que o cérebro é um gênio que realiza nossos desejos? Ou, deveria, realizar? Será que realmente uma ação é formulada nos compartimentos e bate um papo com o Sir Inconsciente e depois é expelido pelo &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;ânus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; do Sir &lt;strong&gt;Consciente&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;Tenho um repúdio por palavras não concretas. Esse tal de "será" me causa &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff33;"&gt;nervosismo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. A palavra tem essa exatidão que me deixa putíssima. Ela existe, tá lá, não concreta e com enésimas possibilidades. Me remeto ao ser humano. Todos são contrastes de cores, mas nunca com uma definição. Há sempre o vermelho como prioridade. Essa cor reflete ao nosso consciente. &lt;span style="color:#993300;"&gt;Púrpura? Luxúria? Libido? Orgasmo? Ódio? Nobreza? Poder? Revolta? Insatisfação? Beleza?&lt;/span&gt; Poderiam ser alguns significados para o &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcccc;"&gt;vermelho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;? Em toda cena de filme reparamos no vermelho, no escarlate. Ele nos chama a atenção. Ele é forte. Parece que sobreviveu há todas as décadas até aqui. Ele era puro, como uma virgem. Depois foi sendo esfumaçado, mas nunca houve cor mais representativa. Depois da era do &lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;&lt;strong&gt;cinema&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;mudo&lt;/strong&gt;, vieram as cores televisivas. O vermelho foi interpretado como sedução. Penso em Vênus e automáticamente penso em &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;escarlate&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;A magia das cores está no olhar. Estes, são reflexos juntamente com o objeto e com a luz incidente. De acordo com o disco de Newton, todas ficam brancas se misturadas. Seria bom um mundo &lt;strong&gt;xad&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;rez&lt;/span&gt;? Seria espetacular uma mistura branca? Seria admirável que o branco significasse poder? O objetivo dessas palavras não são, e nunca serão, um levantamento de bandeiras ideológicas. Estou expressando e defecando idéias aleatórias na minha mente.&lt;br /&gt;Idéias mais olhar mais cores mais criação. Isso é o ser humano. Tanto que ainda tentam separar pessoas por "raças", como se fôssemos alguma espécie de animais irracionais. Somos rétias do sol! Verás um caminho trilhado por cubículos de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;bosta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e mal cheiro no meu inconsciente, mas verás por conseguinte um &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#99ff99;"&gt;b&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;j&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#999900;"&gt;&lt;strong&gt;o&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;desafinador! Desafinador é o olho da sua mãe! Verás um &lt;strong&gt;beijo&lt;/strong&gt; afinado como uma ruborização do meu super-ego vomitando corpos fétidos. E de novo pergunto, seria melhor um mundo xadrez? E vou responder: não. O mundo nunca vai se resumir em ausência ou presença de cores. O mundo sempre irá se resumir em orgasmo de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcccc;"&gt;c&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;r&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;s&lt;/strong&gt;,&lt;/span&gt; orgasmo de olhares, fazendo sexo com o desconhecido-conhecido, o mundo. Existe melhor analogia do que mundo e sexo? Não. Na hora de um&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; orgasmo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; muitos fecham os olhos. Imagino que pra poder ter um minuto de silêncio com a sensação. Uma sensação sem cores, só energia carnal. A energia começa no orgão e passa pelos nervos, e com um impulso meramente desenvolvido em um curto espaço de tempo chega ao cérebro e nos dá a sensação de uma prazerosa maratona do corpo humano. Ele demora por demais à chegar no ápice. Existem fantasias, medos, desejos, carne, vergonha, olhares, tradição... que infelizmente muitos tentam seguir e não se abrem de "corpo e olhos" para o ato. Porém, a beleza está aí: na hora da sensação, isso some. Prazer teria qual cor para os nossos olhos? Penso em vermelho. Vermelho lembra sangue, e o vermelho misturado com branco lembra rosa: sangue e pele, pessoa, carne, ato, cena, ato final, orgasmo. Depois do ato peculiar, abrem os olhos e olham para o outro ser que lhe proporcionara aquilo. Para onde olhamos? Olhos. Pelos olhos dá para se sentir o outrem, podemos ver a doçura do devasso. Depois da sensação incolor, porém viva, eles voltam ao orgasmo das cores mundanas. O ato sexual é libertador. Já diziam os profetas: entre quatro paredes nada se sabe. No pico no orgasmo massageamos o ego e furamos com um alfinete afinado o consciente, como um balão. A massagem do ego trás riqueza carnal, intelectual, musical... trás o auto-conviver-bem dos poucos segundos de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;satisfação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;O nosso magnífico senhor olho nos trás a ingênua concepção de belo. A ingenuidade lasciva do "querer" o belo. O que é proporcional é belo. O que é proporcinal? Números são intrigantes, são sexuais. Proporção sexual. A medida em que você consegue sentir o eu e eu e você. O belo. O belo é um poro que se fecha com uma reação desagradável. Sem cores puras ele resmunga, dá pití, da chilique " eu quero, eu quero, eu quero! " " Mamãe já disse que você precisa entender certas coisas,&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt; Idiotílica-juvenil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. ".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Veja&lt;/strong&gt; bem, o olhar é traiçoeiro. &lt;strong&gt;Olhe&lt;/strong&gt; bem, as cores são orgasmos sísmicos. &lt;strong&gt;Note&lt;/strong&gt; que um mundo xadrez seria nada além do que uma frigidez da alma. Noto que somos seres autotróficos no movimento carnal, falta selarmos o compromisso de meretrização da alma, caros amigos..&lt;br /&gt;Somos compositores no quesito toque. Sintam a orquestra pulsando nos dedos ao tocar uma pele, ao tocar você mesmo. Sinta o maestro subindo ao ápice do espetáculo! Ouça o caótico orgasmo de notas! Tudo acaba e todos vão embora para casa relaxados.&lt;br /&gt;O criador, o artista, é obscuro quando nasce. Nasce do útero vermelho e cósmico. Todos somos pequenos e grandes empresários da mente, somos maestros, somos carnais, somos microorganismos autotróficos, somos artistas, somos vendedores do corpo sem carteira assinada. Exprimir é um dever do artista, ocultar sua face em meio às cores e sua alma xadrezística, é opcional. Escolha o orifício que deseja expelir, aconselho-lhes sempre a expelir pelo intestino delgado, o &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;cérebro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Rumores lendários dizem que os indígenas passavam para os nanicos que o arco-íris era uma serpente que caiu no oceano e os peixes a comeram. Depois de morta, os passáros começaram a comer os peixes e foram surgindo pigmentações vivas na penugem e assim foi surgindo o mundo. A serpente era o arco-íris. Serpente me lembra vermelho. Serpente me lembra, também, tentação, leveza, paixão, sensualidade. O mundo foi feito por uma serpente multi-cor dando origem aos pássaros que hoje são as coisas mais lindas do mundo. Graça seja feita, o mundo é bonito graças àos meus olhos, só meus. Quando vou garantir que você vê o mesmo &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#996633;"&gt;rosa que eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;( vá a puta que pariu para o retardado que pensar que levantei bandeira para algum tipo de extrema-esquerda, e quem me conhece sabe como tenho um ódio profundo para o levantamento desse tipinho de bandeira. Sinto-lhes informar que, isso foi um texto puramente, fisicamente carnal. Vá a merda e coma a merda! O cunho não é discussão ideológica. )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tentem morrer hoje, beijos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-46857975119211563?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/46857975119211563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=46857975119211563&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/46857975119211563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/46857975119211563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/09/defecao-ponto-e-vrgula-pargrafo.html' title='Defecação, ponto e vírgula, parágrafo, travessão.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SL1gYTsSVLI/AAAAAAAAAKQ/HWyq7yxSiUk/s72-c/ah.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-164494224371833328</id><published>2008-08-30T09:29:00.000-07:00</published><updated>2008-08-30T09:51:31.647-07:00</updated><title type='text'>Dizeres por dizeres, você sai ganhando.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SLl6iIrc5AI/AAAAAAAAAKA/-gN8OtpS2zE/s1600-h/DSC01078.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5240354368286155778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SLl6iIrc5AI/AAAAAAAAAKA/-gN8OtpS2zE/s320/DSC01078.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;" O invisível está entrelaçado aos saberes, poderes e modos de subjetivação bem como a seus dispositivos, que nos circundam e nos fundam e também nos afundam." Peter Pál Pelbert ( A Nau do tempo rei )&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcccc;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;O mundo de Psiquê, Eros e Adah&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Me fui advertida e interrogada sobre desobediência e hierarquia psicológica. Simples mortal e mundana aos sentimentos que apenas sinto, nada vejo e leio, resolvo aventurar-me em alguns dizeres e indagações sobre metáforas do meu eu, de Psiquê e de Eros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A projeção de Psiquê sempre foi Eros. Imagino ser uma parte da incógnita criada nos meios mentais multi-egos de Psiquê. Por que não acreditar que Ela seria a real desobediência dela mesma? Ameaçada por Vênus, invejada pela sua beleza, é lançada à terríveis tarefas a mando do Eros. Psiquê não sabia se Eros era um monstro, então armou uma armadilha para saber quem era o seu "protetor". Eros irado disse-lhe &lt;span style="color:#990000;"&gt;"O amor não sobrevive sem confiança! "&lt;/span&gt;. Tudo o que ele esperava era o amor vagal, sentimental, tateado no invisível, tateado na ideologia de só sentir a vibração do ser que a ama. A euforia de Psiquê foi o fim para Eros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Surge-lhe, então, uma alma vaga, uma alma ajudante da hierarquia sem hierarquia. Uma alma que ajudar-lhe-ia a entender alguns processos armazenados e expelidos da própria vertigem mental. Essa alma era Adah. Adah era um espelho deformado de Psiquê, um espelho aconchegante e retórico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No alto do Olimpo, Psiquê virou escrava de Vênus. Adah era suprema nos caminhos palacianos dos céus, pois era invisível. Psiquê ficara imbuída de achar o Amor perdido, através de escravidão e sofrimento. Psiquê só tinha olhos, corpo, tatos para com Eros. Ela sabia que teria que reconquistá-lo, mas nada sabia sobre se reconquistar. Adah por sua vez, amava-lhe como a aurora ama o sol, e tinha uma segurança puramente banal sobre o que sentia. Adah mergulhava infinitamente entre partículas e arquivos da mente de Psiquê, tentava colocar uma engrenagem nas divinas asas rosas e disformes para que voltassem a mexer e assim, criar um novo conceito para o deus Caos. Adah era amante desse deus, que a admirava, e em conversas secretas decifrou que amava Psiquê. Pediu permissão se poderia usar o poder categórico de Caos, ele concedeu. Concedeu o mundo invisível e palavras profanas e proféticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tempo sempre foi passivo de idéias, não há nem haveria de haver uma revolução industrialística visando a velocidade de idéias. Infinitos anos cabem em dois segundos no Tempo. Adah passaria anos com Psiquê, até ajudou a perceber que nascera junto com suas vísceras, com suas dores de cabeça, com seus prazeres. Prazeres e dores normalmente subterrânos, caóticos em sua essência, mas belos em conteúdos. Psiquê só precisava de absorção do método do Amor venusiano: compaixão. Compaixão para com seus sentimentos mais inadequados e tempestuosos. Adah concedeu nada além que um espelho dela e de Eros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A prisão de Psiquê foi inócua em relação a Eros. A necessidade de deslocamente não era uma prioridade relativística. A prioridade do Amor de Psiquê era conhecer o amado Eros, àquela sensação de envolvimento braçal. Eros era, porém, um compartimento formoso sobre a alma de Psiquê. Era um reflexo dourado da própria mente dela. A necessidade do belo nunca foi tão exato para a cabeça de Psiquê. Nunca vemos beleza na feiúra. Ou vemos, e somos felizes. O que é beleza? Para Adah era a maneira com que os olhos vibrassem interligadamente com o cérebro. Lembrando sempre que a imagem que se projeta na retina é a imagem invertida. Nesse jogo de espelhos oculares o belo é feio, e o feio é belo. Por que não conformar que Eros era lindo, mesmo nunca o vendo? Pra quê a curiosidade da forma invertida de Eros? Nas alturas sentimentais dessa situação... realmente adiantava a aparência? Por trás da estética, existem ossos, tecidos, impulsos, nervos, artérias, veias, sangue... exatamente igual os mortais: não somos diferentes no provir da aparência. Adah reconhecia, porém, que Psiquê era divinamente espetacular com sua estética, e nada além da reprodução de Eros, seu psiquê. Ela era uma além-criatura linda, Eros deveria ser. Não suportaria a idéia de acordar com um monstro - não suportaria a idéia de acordar com o monstro de sua mente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Juntamente com Adah, Ruína, Força, Crítica, Tempo, Amor, Ódio e Caos, Psiquê sofreu de uma forma incondicional, arrependendo sempre de ter tido vontade de olhar Eros. A Ruína mostrou-lhe o caminho para o sofrimento, para a frustração. A Força mostrou-lhe que nada adiantava ela assumir-se fracassada, pois só fracassamos quando temos um objetivo claro. A Crítica ensinou-lhe, portanto, a desconfiar dos caminhos do consciente, e acreditar mais no inconsciente-mor. O Tempo mostrou-lhe um relógio derretendo, simbolizando um tempo infinito. O Amor revelou-lhe a confiança na própria Psiquê. O Ódio retrucou o Amor projetado em Eros. O Caos mandou raios de cosmos espectrados nos minutos de silêncio e produção criativa. Adah foi uma ponte do invisível para o visível. Adah aparecia como uma sombra de um Carvalho. Toda vez que a sombra fresca aparecia, Psiquê sabia que Adah estava mandando uma mensagem. Mensagens sem palavras e sem tato. Adah e Caos decidiram juntos que a mesma deveria aparecer em forma de sombra. A sombra sempre foi e sempre será fresca numa estação quente. E ainda, a sombra sempre foi e sempre será um martírio numa estação fria. A contradição de sentimentos não retira o poder belo do invisível da sombra de Psiquê, Adah.&lt;br /&gt;Adah praticou a Anatomia da mente: Ana (em partes), Tomia (cortar). Organizou tempestuosamente um estopim para ajudar o deus Caos e depois colher frutos do Amor perdido recém encontrado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Para quê ajudar Psiquê com tanta veemência, Adah?&lt;br /&gt;- Meu querido, Caos... duvidas do amor?&lt;br /&gt;- Não, meu anjo... senão não estaria lhe concedendo todos os seus desejos de compaixão. Ajudar-lhe-ei sempre que quiseres levantar a bandeira branca da perturbação.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Adah ajudou no estado de alismo de Psiquê pós-arrependimento. Em vez de não se fixar em nada, ajudou a fixar e projetar o que sentia na sombra de Adah. A imagem se transforma em sentimentos pessoais por mais que não queremos. Símbolos tem uma derivável de códigos. Um símbolo é um fato consumado no quesito de vários códigos e codificadores. Adah ensinou Psiquê juntamente com Caos a usar seu alismo em forma de compreensão de seus própios códigos... adiantaria correr se você não tem força nos músculos? "Um código a se pensar, Psiquê".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Adquira o poder do pecado, Psiquê. Sinta-se feliz com o pecado. Coloque em não-ordem seus enigmas. Entenda por quê seus músculos não têm forças. Abstraia&lt;br /&gt;Eros e sinta o Orgasmo. Pare, pense e siga, querida.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No fim das noites, Caos, Adah, Psiquê e Eros conversavam sobre o fim dos manicômios metais e surpreendiam uns aos outros com a desrazão.&lt;br /&gt;Caos profetizava sempre&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#993300;"&gt;&lt;strong&gt; " O Acaso nunca será uma ciência... Mortais, tentem".&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-164494224371833328?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/164494224371833328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=164494224371833328&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/164494224371833328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/164494224371833328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/08/dizeres-por-dizeres-voc-sai-ganhando.html' title='Dizeres por dizeres, você sai ganhando.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SLl6iIrc5AI/AAAAAAAAAKA/-gN8OtpS2zE/s72-c/DSC01078.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-1321201348682974073</id><published>2008-08-16T06:40:00.000-07:00</published><updated>2008-08-16T17:06:34.775-07:00</updated><title type='text'>Abster-se.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SKbafpW98VI/AAAAAAAAAJ4/P1RSZlVJcCA/s1600-h/2170313113_f04f2502e9.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235111854077768018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SKbafpW98VI/AAAAAAAAAJ4/P1RSZlVJcCA/s400/2170313113_f04f2502e9.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O defeito do ser humano em dizer “nunca” e “sempre” é uma coisa astronômica de pacotinhos de idiotice.&lt;br /&gt;Como “nunca” tem um significado finito, usamos pois não suportamos mudanças infinitas. Em contrapartida, temos o “sempre”, que dá idéia de um significado “infinito”. Fugindo um pouco de definições lingüísticas e entrando nos meados estrelares da nossa peça criativa inanimada, vemos que a conclusão da palavra – e não a definição – está intimamente ligado ao medo de mudança nos “altos e baixos” que os livros ajudantes de alimentar o nosso ego ( filmes e livros auto-ajuda ) nos proporciona.&lt;br /&gt;Só que, nas nossas conversas informais, não nos damos conta da definição ou conclusão da palavra. É o problema de firmeza no que se está dizendo. Ainda, existe o problema do “será”, como: “ Será que eu nunca vou ser feliz ? “. Essa ingenuidade na definição e conclusão das palavras nos remete a achar que os seres humanos buscam tanto a felicidade eterna que esquecem de ter certeza do que falam. Existe aquele ditado – ou não – popular que diz que as palavras têm poder. E têm mesmo poder. Nada de luzes cósmicas do Salvador, ou um abraço invisível do Tinhoso nos momentos inexplicavelmente ruins. Têm poder pois quem os profana são os seres humanos. Seres “racionais” que têm a capacidade de pensar e dar a resposta cabível. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O tal do “nunca” e do “sempre” são palavras opostas que nos leva a achar que algo seria definitivo. Justamente por nós, seres humanos, morrermos de medo de parar com a ilusão da felicidade “para sempre”. O método das histórias infantis do “felizes para sempre” é cabível e racional. Até porque, as responsabilidades mais duras da fase posterior, precisa de um pingo de otimismo. Imaginem se fosse “ não tão felizes para sempre, pois a vida, meu filho, não é tão linda quanto parece. Depois de alguns anos,&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;D&lt;/em&gt;avi morreu com uma facada nos órgãos genitais, mas ficou lembrado por todo o sempre pelo ato heróico de ter matado o &lt;em&gt;G&lt;/em&gt;olias... “&lt;br /&gt;A lavagem cerebral do “nunca” repetidas várias vezes, prospera em nos deixar levar pelo pensamento mundano simplista. E repetir inúmeras vezes o “sempre” nos encaminha para a frustração corporal e mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Aqui jaz os mandamentos auto-ajuda em termos mais ou menos bíblicos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Eu, ser humano possuidor de cérebro, que fiz sair da terra do Egito, da casa dos escravos. Não &lt;strong&gt;terás&lt;/strong&gt; outros deuses em desafio a Mim. Mas, terás, fases e pessoas da tua vida que o ajudarão a formar a personalidade mais ou menos original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não &lt;strong&gt;farás&lt;/strong&gt; imagem esculpida, referindo-se a ídolos, nem semelhança alguma do que há em cima nos ceús, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não adora-las-á, nem prestar-lhes-á culto, por que eu, ser humano com mudanças constantes, sou Deus, e que puno o erro dos pais nos filhos até sobre a terceira geração e sobre a quarta geração dos que me odeiam, mas que uso de benevolência para com até a milésima geração dos que me amam e que guardam os meus mandamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não&lt;strong&gt; tomarás&lt;/strong&gt; a definição no “nunca” em vão, pois não considerá impune aquele que tomar seu nome em vão. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar com relaxamentos e pensamentos próprios. Seis dias &lt;strong&gt;trabalharás&lt;/strong&gt;, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o Sábado. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso abençoou o dia do Sábado, e o santificou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Honra&lt;/strong&gt; a teu pai, tua mãe e seu objeto inativo na caixa craniana, a fim de que os teus dias se prolonguem sobre o solo que, teu Deus, te dá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não &lt;strong&gt;cometerás&lt;/strong&gt; adultério sobre o pensamento doutrem.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não&lt;strong&gt; furtarás&lt;/strong&gt; sua dignidade.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Levantarás&lt;/strong&gt; falso testemunho contra teu &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;e&lt;/strong&gt;u&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não &lt;strong&gt;cobiçarás&lt;/strong&gt; o ego dos outros, nem a mulher do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu touro, nem seu jumento, nem qualquer coisa que pertença ao teu próximo. E muito menos, não cobiçarás a vida do outro com tuas profanações de “sempre” e “nunca”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-1321201348682974073?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/1321201348682974073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=1321201348682974073&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/1321201348682974073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/1321201348682974073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/08/abster-se.html' title='Abster-se.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SKbafpW98VI/AAAAAAAAAJ4/P1RSZlVJcCA/s72-c/2170313113_f04f2502e9.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-1567930419223620495</id><published>2008-07-27T14:49:00.000-07:00</published><updated>2008-07-27T17:22:34.377-07:00</updated><title type='text'>Carta de uma fugitiva. Ela por ela.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SIzuZoq4jJI/AAAAAAAAAJo/FHCJwadL8PU/s1600-h/ATgAAAAyyNakqNdehs_hiAtb0REoEoGsXU9wUM4gxgiJBdSzYwhsaetsRS2e_j5exWqeTw3DV1QZJOTb2P620OL9dfZ7AJtU9VCSU7XdvFKL39Ar68N8qSQ8Q9DQLA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227815391651728530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="301" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SIzuZoq4jJI/AAAAAAAAAJo/FHCJwadL8PU/s400/ATgAAAAyyNakqNdehs_hiAtb0REoEoGsXU9wUM4gxgiJBdSzYwhsaetsRS2e_j5exWqeTw3DV1QZJOTb2P620OL9dfZ7AJtU9VCSU7XdvFKL39Ar68N8qSQ8Q9DQLA.jpg" width="403" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;" &lt;em&gt;Anna,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me encontro num impasse mental e literário. A demasiada vontade de lhe escrever é muito maior que meu ego ferido de má escritora. Ou, às vezes, o de ser um ser meio, ou mais do que devia, complicado. Sinto um certo conforto na palavra fabulosa que é escritora. Seres “dialogáveis” são ótimos escritores, até mesmo os analfabetos – propositalmente ou não.&lt;br /&gt;Sinto um enorme desprezo pelos que não conseguem ver um lado grandioso numa escrita caótica e extremamente sentimental. Até esses pigmentos de várias facetas metafóricas e multicoridas que se encontram em meus braços, pernas e costas, são desenhos e artes caóticas. Minhas mente é um caos completamente lúcido. Seria ironia eu dizer que sou completamente sã nos meus atos? Até mesmo este, de querer te escrever com tanta profundidade e com um cunho de decifrar o que sinto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;( O que sinto por você, e por mim. E por &lt;strong&gt;mim e por você&lt;/strong&gt;. E por nós duas. )&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Será, que, a ilusão é maior do que a realidade que me encontro? A realidade de sentir tanto conforto com/para/no seu ser ? Será mesmo que essa doce ilusão vai se dissipar por entre os segundos, minutos, horas ... tempo? (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;( Se o tempo for &lt;strong&gt;ilusão&lt;/strong&gt;, espero viver na realidade do conforto em relação a ti.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Desacreditar na Anna Clara é muito fácil para a mesma. Acreditar nos meus alter-egos é bem mais fácil. Acreditar em você, Anna, porém, é uma dose de doçura. Uma dose gostosa de licor nos lábios, achando que naquele precioso momento, a vida é mais doce do que de costume. Porém, todo doce dos lábios acaba uma ou outra hora. Aquela enigmática hora em que engolimos todo doce presente nos lábios. E, sempre, queremos mais e mais. Por alguns minutos depois do doce ter ido embora, fica aquela sensação da vida toda ser agridoce. Até que seu surgimento dá um toque de licor inusitado na minha boca. Essa minha boca que insiste em profanar palavras raivosas o dia todo. Essa minha boca doce e agridoce que xinga por horas a fio. Essa boca que necessita de doses esporádicas de licor com sabor de crença. Essa boca que usa do escárnio pra sobreviver em meio aos descasos da evolução – ou não – pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;( A boca é e sempre será o melhor termo para designar o &lt;strong&gt;conforto&lt;/strong&gt; que sinto quando você chega para conversar comigo. )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditar em tua existência é encantador e pacífico para meu mundo mental imortal. Esse mundo cheio de contradições e amores. Cheio de idéias e fracassos. Cheio de subidas e descidas. Minha mente recomeça a trabalhar quando te vejo por esses meios invisíveis – imagine visíveis? Começo a entrar em solos desconhecidos, com nossas conversas cheias de compreensão, “amor-próprio” , dignidade e lealdade. Sinto que seus amores são os mais felizes de todos os multi-versos. E que, quem lhe faz feliz, me faz também. Teria que sentir algum tipo de repúdio? Creio que não. Sinto uma espécie de terremoto de amor incondicional entre minhas idéias. Quem cuida de ti, há de cuidar de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;( O sol nunca se põe quando somos livres de dependências. E quando temos resquícios de virtudes, ele está lá sempre começando um dia. Um dia &lt;strong&gt;caótico&lt;/strong&gt;, senão não seria a &lt;strong&gt;Anna Clara&lt;/strong&gt;. )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso é como um transe mental e corporal. Fatos acontecem e sou obrigada a pensar mais claramente e colocar pra fora minha veia de poeta: Numa noite bem aconchegante, estava eu e mais eu sentada em frente ao computador. Delicioso o momento em companhia da musa Etta James. Aquela hora que o&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; blues&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;atinge lugares imprevisíveis do meu ser. Posso dizer que, chegou a todos os compartimentos do meu cérebro e entranhas. Formando, assim, um &lt;span style="color:#999999;"&gt;transe&lt;/span&gt;. Um&lt;span style="color:#999999;"&gt; transe&lt;/span&gt; comparado à um &lt;span style="color:#333333;"&gt;orgasmo tântrico&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Em meio à loucura do meu estimado&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;blues&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; e da voz metálica e forte de minha musa, começo a sentir um cheiro estranho de fumaça. Mas não liguei. Eu estava mais viva do que nunca naquele momento, provavelmente não ligaria se a casa estivesse em chamas. Mas, ouvi meu irmão indagar o que era aquilo. E eu acordei desse transe e fui ver o que era. Tudo voltou ao normal quando parei a música. Por descuido do meu ser concentrado, eu havia jogada os tocos de cigarro no lixo do banheiro, e não me comprometi em olhar antes para ver se estavam todos apagados. E não estava. Por sorte, evitei um fogaréu em minha casa.&lt;br /&gt;Por mais desonroso que isso pareça, eu achei algo belo nesse momento crítico de descuido: a capacidade de entrar num transe para reviver a alma, antes triste. Podia, e posso, comparar com o ato de trocar meias, ou inteiras, palavras com você. Trocar diversas histórias, estórias, Histórias , fantasias, enigmas, amores, tristezas, filosofias, física, com você. Meu digníssimo espelho real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;( Os fatos que têm grandes possibilidades de darem errado e dão certo, são dignos de uma &lt;strong&gt;metáfora&lt;/strong&gt;. )&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Afrodite para os gregos, Vênus para os romanos: acredito que essa deusa aplaude o que sinto por vossa pessoa. O mito do consagrado mundo invisível. Aquele mundo onde tudo tende a dar certo. Esse mundo Venusiano... esse nosso mundo, meu e seu, nada mais. Ouço as palavras apaixonadas de Vênus nos meus ouvidos, tentando reciclar algo que perdi há tempos. Minha mente pode ser, tecnicamente, vaga. Mas meus olhos, não. Esses, preciosos, tenho como mais que portais da alma, mas sim, os portais de tudo que sou e sinto. Sinto pelos olhos? Sim. Até vibram em forma de choro quando me emociono! Ou brilham, tímidos, quando ouço o nome de alguém querido. Tiram fotos monumentais dessa coisa tão doce que é a vida – tiram fotos monstruosas dessa coisa tão agridoce que é a vida. Quando o sabão escorre e cai neles, sinto uma ardência forte e pulsante... como o coração metafórico, mas este não tira fotos e observa o par de olhos de outros seres. Meus olhos são tudo o que desejo e sinto, tudo o que &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;possuo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;( Os &lt;strong&gt;olhos&lt;/strong&gt; nunca se enganam, o coração metafórico, sim )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou uma fascinada por detalhes corporais e pessoas fantásticas. No meu admirável achismo ( assim deveria ser para todos os seres ) percebo que seu olhar é uma mescla de Drama e Romance. Não sinto, e nem quero, uma pitada de Horror. Te faço como quero e te sinto como quero, esse é o poder da minha, minha e sua, sua e minha, nossa, ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;( Ilusão nunca acaba se &lt;strong&gt;não &lt;/strong&gt;quisermos... )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leveza do “ vai ficar tudo bem, meu amor” traduzida no toque da mão, quando enamorados estão se consolando, é um sentimento que estou carregando nesse momento, sem ao menos ter trocado algo vital com você. Apenas sinto você conversando comigo. Colocando sua mão no meu rosto, com os dedos subindo e descendo, como se estivesse sentindo um tecido. Me olhando com esse olhar que só você tem, e dizendo para eu me acalmar e que a vida é como aquele licor que você borrifa nos meus lábios. Apostando todas as suas chances em mim, e eu apostando em você, você em mim. Sinto seu toque, sem me olhar, tentando identificar minhas expressões, como um sujeito cego. Depois de chegar à um conclusão, abre seus olhos e confirma muitas idéias que você teve. E mesmo assim, me abraça como se naquele momento o mundo não fosse mais o mesmo. Como se uma doutrina do amor – venusiano – incondicional e livre, estivesse sendo seguida por milhões, zilhões de almas perdidas na dependência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;( A Deusa do &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;amor e ero&lt;/span&gt;tismo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; nos segue no destino de trombada com a liberdade. )&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Você acalma esse choque emocional que persiste, e teimoso, não sai do meu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna, hoje decidi me dedicar aos sentimentos otimistas, apesar de eu ser extremamente pessimista. E, me surpreende, não fui ofensiva e não usei nenhum palavrão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;&lt;strong&gt;Beijos...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Anna Clara. "&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-1567930419223620495?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/1567930419223620495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=1567930419223620495&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/1567930419223620495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/1567930419223620495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/07/carta-de-uma-fugitiva-ela-por-ela.html' title='Carta de uma fugitiva. Ela por ela.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SIzuZoq4jJI/AAAAAAAAAJo/FHCJwadL8PU/s72-c/ATgAAAAyyNakqNdehs_hiAtb0REoEoGsXU9wUM4gxgiJBdSzYwhsaetsRS2e_j5exWqeTw3DV1QZJOTb2P620OL9dfZ7AJtU9VCSU7XdvFKL39Ar68N8qSQ8Q9DQLA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-4219418501930262213</id><published>2008-07-27T10:00:00.000-07:00</published><updated>2008-07-27T10:26:50.928-07:00</updated><title type='text'>A última dos moicanos.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SIyqlAGt4eI/AAAAAAAAAJQ/nJgIOSlik6s/s1600-h/caos+03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227740820130357730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SIyqlAGt4eI/AAAAAAAAAJQ/nJgIOSlik6s/s400/caos+03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Primeiro é o rascunho de idéias. Aquela coisa sabe, cuspindo algumas palavras decorrentes de um pensamento reprimido. Reprimido no sentido de ter perdido total coragem. A total coragem de idéias que não são fracas, mas com o medo de perder algo que foi meramente, escrupulosamente, consolidado. Estremece minhas pernas pensar na catástrofe dos dois segundos anteriores à um olhar de repulsão e misericórdia. Perdi todo o senso crítico da coragem. Me resta, talvez, um pouco de convicção. A convicção da minha moral e ética, que eu soube fazer uma Torre de Babel com a própria cabeça, mesclando todas línguas e etnias ( uma coisa um tanto quanto rara no nosso mundo cheio de improviso). Resta essa, única e minha: convicção. A convicção. Aquela que nos faz subir de um buraco sem ajuda de alheios. Teríamos, talvez, ter vergonha de alguns pensamentos não-comuns? Ou talvez teríamos que dizer mais e ver que todos têm medo de algo...intimidante? Para poder acabar com a censura de sentimentos impessoais-pessoais? Às vezes, rapaziada, um buraquinho de liberdade do outro indivíduo para com nosso meteórico buraco de repressão mental pode surtir efeitos significantes na vida de compreensão dos dois que estão descobrindo coisas novas um do outro. A total independência do sentimento, creio eu, está na profundidade de olharmos para o outro como se quisesse comê-lo com os olhos e tentar tirar proveito e empatia disso. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“ Just a little hole, baby... i mean, Frank i give a damn “&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Perdi a perdição, uma coisa querida do meu ego. Mas o mesmo vai reencontrar nos poços da vida.&lt;br /&gt;Ainda perdi o total juízo da camaradagem.&lt;br /&gt;Perdi, talvez, o fato de querer sempre mais e não poder.&lt;br /&gt;Perdi, de fato, o querer e não poder.&lt;br /&gt;Perdi a ilusão daquelas coisinhas lindas que eu faço sem pedir licença.&lt;br /&gt;Perdi a minha maestria de conduzir a vida.&lt;br /&gt;Perdi, muito ou pouco, o interesse pela humanidade.&lt;br /&gt;Perdi, pra sempre, o desprezo pela humanidade.&lt;br /&gt;Perdi o fato de acreditar e desacreditar.&lt;br /&gt;Perdi milésimos de segundo de sentimentos suicidas.&lt;br /&gt;Perdi, tudo e mais um pouco, do choro recolhido.&lt;br /&gt;Perdi, e vou perdendo, e perdendo... o gosto do intocável.&lt;br /&gt;Perdendo, perdendo, perdendo... seguindo? Sim, seguindo, seguindo... até ali.&lt;br /&gt;“ Olha... corre, corre, corre! “&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Caríssimos e prestigiados amigos, perco tudo, mas nunca, em hipótese alguma, perco a convicção na minha pessoa&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-4219418501930262213?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/4219418501930262213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=4219418501930262213&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4219418501930262213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4219418501930262213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/07/ltima-dos-moicanos.html' title='A última dos moicanos.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SIyqlAGt4eI/AAAAAAAAAJQ/nJgIOSlik6s/s72-c/caos+03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-4088270542483690264</id><published>2008-07-26T09:36:00.000-07:00</published><updated>2008-07-26T09:41:24.180-07:00</updated><title type='text'>Beije-me, idiota.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SItS1Mcb1LI/AAAAAAAAAJI/Nbo0xz74pag/s1600-h/KissMeStupid1964104172_f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227362866320626866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SItS1Mcb1LI/AAAAAAAAAJI/Nbo0xz74pag/s400/KissMeStupid1964104172_f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dias, noites, horas, minutos, noites, milésimos de segundos, terço do dia, metade do dia, manhã, madrugada, tarde, minutos, três milésimos de tédio, duas horas de babaquice, quatro horas de entendimento tedioso mortal pessoal, 50 segundos de Nostradamus, batidinhas recíprocas na madeira, amizade formal, amizade informal, suor indigno de vitória e, por último, mas não menos relevante, o caos de um primeiro parágrafo.&lt;br /&gt;Os clichês são um charme! A tristeza é um charme! A felicidade é um charme! O ódio é um charme! Amigos, tudo é charme. É a venenosa arte do poder da crítica pessoal traduzida em experiências estáveis ou instáveis. O prisma multicor e perfeito que vemos fatos e pessoas. Cada momento tem, ou teria, sua beleza própria.A beleza da cabeça pensar o que quiser. Cada mente sobrevoando a guerra das opiniões e lábias. Um dicionário mental diferente para cada pessoa. Depois dizem que beleza e perfeição não existem... Ah! É tudo um charme!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Porra! É tudo um clichê simplista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Caralho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa tarde.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-4088270542483690264?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/4088270542483690264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=4088270542483690264&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4088270542483690264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/4088270542483690264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/07/beije-me-idiota.html' title='Beije-me, idiota.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SItS1Mcb1LI/AAAAAAAAAJI/Nbo0xz74pag/s72-c/KissMeStupid1964104172_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-7281991561576670292</id><published>2008-06-10T11:20:00.001-07:00</published><updated>2008-06-10T11:25:21.612-07:00</updated><title type='text'>Trombada nos mares</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SE7G_t5i5qI/AAAAAAAAAJA/lLZgyCSB0iE/s1600-h/ATYAAACdHwdhAm9lK1e6U2gRjqmCTGQ5-UhDCNBTyHlzkEaz2tYBdMzNU5JmLHI4iWsaOt0oUyc1C5QssvJ03cRx5JCDAJtU9VD2SAMZJcZqFTgKtpH5m74JsZtDmw.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210320616869258914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SE7G_t5i5qI/AAAAAAAAAJA/lLZgyCSB0iE/s400/ATYAAACdHwdhAm9lK1e6U2gRjqmCTGQ5-UhDCNBTyHlzkEaz2tYBdMzNU5JmLHI4iWsaOt0oUyc1C5QssvJ03cRx5JCDAJtU9VD2SAMZJcZqFTgKtpH5m74JsZtDmw.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vamos tecer um resumo do irreal , são e surreal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O verbo &lt;em&gt;tecer&lt;/em&gt; combina muito bem com esse papo informal. Tentem falar alto " irreal, são e surreal". Parece tudo a mesma coisa. E acho que é sim. O que seria algo irreal? Para muitos, uma coisa imaginária... muitas vezes um delírio.A pessoa no "irreal" acha que está sã.Nos olhos do senso-comum, vira algo surreal.Tá aí... a ordem das palavras estão certas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não sei se existe mais beleza do que a irrealidade... A capacidade do inventar, de ver algo que sabemos que não pode ser concreto ( às vezes ), a loucura pós-delírio, o amor platônico, a obsessão, a tristeza sem motivo, o vazio retórico...a sem-realidade. Isso tudo nos mostra um "ser" humano concreto e definido.Não existe "ser" racional aqui e acolá.Somos seres irracionais com passagens na irrealidade, sanidade e surrealidade. Também, nem teria graça se não tivéssemos uma passagem na loucura. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A loucura é uma coisa íntima. Uma coisa única que produzimos...tem como não ter graça e beleza? Por mais triste que pode ser, é um produto nosso, da nossa criatividade, ilimitada, sim.Mas "nosso", ninguém paga nossa loucura...por mais que queremos! Está tudo no cobertor quente do irreal, são e surreal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O são! O são é louco, por pensar que está sendo são. O surreal é como um sorriso largo e esperançoso... "Surreal é a realidade do mundo dos sonhos com o cenário feito pelo Salvador Dalí." É...transformar "realidade do mundo dos sonhos" em cenário, é realmente fantástico. Fantástico? Sim, porém gracioso e pertubador. A diferença do real e do imaginário...sou eu, e vocês, e os cachorros e os papagaios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Papagaios...&lt;/em&gt; Irreal, são e surreal...repita e encarne a lavagem mental. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-7281991561576670292?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/7281991561576670292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=7281991561576670292&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/7281991561576670292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/7281991561576670292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/06/trombada-nos-mares.html' title='Trombada nos mares'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SE7G_t5i5qI/AAAAAAAAAJA/lLZgyCSB0iE/s72-c/ATYAAACdHwdhAm9lK1e6U2gRjqmCTGQ5-UhDCNBTyHlzkEaz2tYBdMzNU5JmLHI4iWsaOt0oUyc1C5QssvJ03cRx5JCDAJtU9VD2SAMZJcZqFTgKtpH5m74JsZtDmw.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-675388974670432859</id><published>2008-05-26T04:05:00.000-07:00</published><updated>2008-05-26T04:18:08.186-07:00</updated><title type='text'>Negociatas de um jovem mafioso.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SDqava3hX-I/AAAAAAAAAIU/5HsZLbTVDs4/s1600-h/betthoven.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5204642458836754402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SDqava3hX-I/AAAAAAAAAIU/5HsZLbTVDs4/s400/betthoven.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- O som não me altera em nada, senhor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Como você sente a aura musical? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;-Desenvolvi o tato. É como fazer sexo pela primeira vez com a música, senhor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Como está me ouvindo, pequeno miserável? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Olhe atrás de minha orelha...senhor.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;_ Hm...tire isso. Machos não precisam disso. Especificamente no exército. Não sei nem como você, cara de bolacha, entrou aqui.&lt;br /&gt;- Atiro com um rifle muito bem. Pergunte a qualquer superior seu, senhor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Moleque insolente. Atira porra nenhuma. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Não consigo te ouvir, mas tô sentindo a aura porca da sua indiga alma, senhor horrendo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- O quê?? Bastardinho!! Repita e morra !! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Cansei de você, parasita!&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;- Até seu sangue é digno de lavagem, senhor. Vá para o inferno!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( Anos depois, entre várias negociatas, Beethoven Marcucci Pierallo cuida dos negócios sagrados da família. )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Máfia e música clássica...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-675388974670432859?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/675388974670432859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=675388974670432859&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/675388974670432859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/675388974670432859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/05/negociatas-de-um-jovem-mafioso.html' title='Negociatas de um jovem mafioso.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SDqava3hX-I/AAAAAAAAAIU/5HsZLbTVDs4/s72-c/betthoven.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-3834963080674588138</id><published>2008-05-15T10:21:00.000-07:00</published><updated>2008-05-15T11:38:40.318-07:00</updated><title type='text'>Tomai-vos nos digníssimos cus.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SCx-DoFRsMI/AAAAAAAAAIA/oOkh-QBxbNs/s1600-h/loucura+demais.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200670270470336706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SCx-DoFRsMI/AAAAAAAAAIA/oOkh-QBxbNs/s400/loucura+demais.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não há nada mais crédulo e insolente do que a loucura momentânea. Ou até mesmo a loucura &lt;em&gt;crônica. &lt;/em&gt;As duas deveriam ter a mesma beleza que omite a capacidade de compreensão do ser humano. A visão aguça tão rapidamente quando você fica &lt;em&gt;louco&lt;/em&gt; ou vê um louco falando ou fazendo uma loucura. A retina do olho grava todas as cenas e falas do indivíduo insano e armazena no intestino delgado, a massa cinzenta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um ser insano desvia seu desequilíbrio com coisas que o acalmam, mas que estão contidos na loucura...como o suícidio mental ou físico.Os &lt;em&gt;loucos...&lt;/em&gt;eles distorcem a realidade com a "realidade" que querem ou gozam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É atrante e envolvente entender pessoas que estão em outra dimensão/realidade. Loucura é a dimensão; a distorção da loucura com a realidade nos abre o caminho para entender a plenitude psíquica. Assim como sensibilidade é mera ação e reação, a distorção também é. As &lt;em&gt;massas problemáticas&lt;/em&gt; de nossas vidas constituem o núcleo da loucura. Qualquer detalhe catastrófico acaba com a pirâmide evolutiva pessoal, penso. É obtuso achar que uma pessoa se entende...apenas , nas nossas limitações morais e humanas , podemos compreender.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Penso que isso tudo ocorre pelo dinamismo mental. Seria tão gratificante uma sucção do nosso cérebro retirando fatos traumáticos...assim como seria gratificante uma injeção a laser sugando a anti-matéria. Seria fabuloso! Mas fábulas não ocorrem freqüentemente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nossos pudores íntimos não nos deixam visualizar a beleza de um ser imaginativo/imaginário...o &lt;em&gt;contorcionista dimensional. &lt;/em&gt;Motivos e pretextos não existem no ato. Existem anseios, mentiras, âmagos machucados , desinteresse pessoal e desejos. A razão fica em segundo plano e o motivo fica com o cliente. Se o consumidor achar de total ruim, ligamos para o PROCOM-esquizofrênico e tomai-vos no cu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O &lt;em&gt;malabarista da verdade &lt;/em&gt;ou &lt;em&gt;egocentrico feliz&lt;/em&gt; quando sabe que está distorcendo fatos fica mergulhado em atitudes pouco concretizadas e na subversão da angústia atípica. O PROCOM-esquizofrênico ajuda nisso. Ele vai precisar de um advogado ouvinte com argumentos reveladores e nada retóricos. Nunca de defesa ou acusação, sempre no achismo do meio-termo. Preciso ligar lá e fazer algumas sugestões...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os distúrbios mentais têm lá seu charme implícito, misture física moderna e filosofia pessoal nisso e sai um quadro digno do dadaísmo...e o que seria a loucura sem um bom caos consciente?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-3834963080674588138?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/3834963080674588138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=3834963080674588138&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3834963080674588138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3834963080674588138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/05/tomai-vos-nos-dignssimo-cus.html' title='Tomai-vos nos digníssimos cus.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/SCx-DoFRsMI/AAAAAAAAAIA/oOkh-QBxbNs/s72-c/loucura+demais.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-2114006035362685406</id><published>2008-04-08T13:01:00.000-07:00</published><updated>2008-04-08T13:06:00.347-07:00</updated><title type='text'>Jogatina.</title><content type='html'>- Tu regeneras meu impávido sarcasmo, meu caro amigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- És um funâmbulo, &lt;em&gt;José.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Outra vez, &lt;em&gt;Divindade&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teu linguajar é excessivamente brando, meu nobre. Teu escárnio me causa ternura&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;- Traga-me um cálice!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vinho, &lt;em&gt;HO&lt;/em&gt;sé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Necessito , demasiadamente, vomitar. Como tu usaste a palavra " ternura", quero um cálice de uma flor.Foste persistente em querer-me bem depois do ato ilícito da minha ironia sádica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Voilá, meu caro amigo. Uso da minha bondade para exterminar perdedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Traga-me um cálice de vinho!Preciso brindar um ser tão grandioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Jogatinas!Jogatinas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-2114006035362685406?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/2114006035362685406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=2114006035362685406&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2114006035362685406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2114006035362685406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/04/jogatina.html' title='Jogatina.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-8382751002530945042</id><published>2008-04-06T18:53:00.000-07:00</published><updated>2008-04-06T19:14:54.188-07:00</updated><title type='text'>Comédia da vida real.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R_mB-4nMqpI/AAAAAAAAAHk/JDiQ_iWNZ-A/s1600-h/blogg.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5186319363242502802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R_mB-4nMqpI/AAAAAAAAAHk/JDiQ_iWNZ-A/s400/blogg.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pra lá e pra cá, pra lá e pra cá, pra lá e pra lá e pra cá.Ele até queria abrir um buraco naquela sala, seria um pouco menos infeliz do que a última vez daquele ataque de&lt;br /&gt;nervos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Caos/tristeza/angústia&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tic-tac, tic-tac, tic-tac&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pim!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;"Cara, atende essa merda de telefone.Vamos sair por aí! Me liga."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Felicidade/conforto/simpatia&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;" Esse sofá nunca foi tão confortável..."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Solidão/medo/desconforto&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Whiskey! Ah! Me querido amigo."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Paranóia/perseguição/paranóia/paredes se movimentam.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Filhos da puta!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Medo/medo/medo/medo/medo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sangue.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fim.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-8382751002530945042?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/8382751002530945042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=8382751002530945042&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/8382751002530945042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/8382751002530945042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/04/comdia-da-vida-real.html' title='Comédia da vida real.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R_mB-4nMqpI/AAAAAAAAAHk/JDiQ_iWNZ-A/s72-c/blogg.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-3947715968904534434</id><published>2008-03-03T05:53:00.000-08:00</published><updated>2008-03-03T06:18:11.474-08:00</updated><title type='text'>A rainha da melancolia</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R8wEiC0_3aI/AAAAAAAAAHc/rF0Q51YiIFU/s1600-h/coroa.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173515054863080866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R8wEiC0_3aI/AAAAAAAAAHc/rF0Q51YiIFU/s320/coroa.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Decidi não matá-los. Estou voltando para minha casa, como não deixo nada salvo nesse computador, vou deixar aqui. Eis o que saiu do lixo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;"A fragilidade do ser em geral é uma constante magnífica e indecifrável.Mesquita estava com problemas com o seu mundo peculiar e nada sensato, não conseguia nem abrir a janela em uma manhã ensolarada, salvo as vezes que chovia, e a nebulosidade a agradava por lembrar do seu caos interior, e por algum simples motivo aquela chuva lhe agradava. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Mesquita era bela, tinha a pela branca , maçãs do rosto rosadas e cabelo ruivo. Um olhar meio mortífero e meio cinzento. Ela dominava esse olhar, sabia usufruir dos famosos portais da alma. Seu mundo era o seu quarto, seus livros dramáticos, onde nem sempre tudo dava certo, mas ela tinha um prazer grandioso em ler, para muitas vezes, tentam achar alguma resposta que os escritores divinos tentavam &lt;em&gt;ajudar&lt;/em&gt;. Tinha uma paixão pelo &lt;em&gt;ballet&lt;/em&gt;,virava noites sonhando com uma dança no &lt;em&gt;Ballet Comique de la Reine&lt;/em&gt; , onde pra ela era mais luxuoso ter participado do ponto de partida de um Era dançante. Colocava um espartilho rosa, uma saia , sua sapatilha, amarrava com cuidado seu cabelo de fogo, com um coque levado a perfeição.Começa assim, uma euforia de um verdadeiro espetáculo! No seu quarto ela corre pra lá, corre pra cá, respira, chora...antecedendo seu imaginário e delicioso &lt;em&gt;show&lt;/em&gt;. Se olha no espelho e fica sorrindo tímida imaginando a maestria do sucesso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;As cortinas vão se abrir para A Bela Adormecida.Ela se imaginava essa bela adormecida de uma vida inteira. Interpretaria a Princesa Aurora, cortejada por vários rapazes. O ápice da felicidade de Mequita era esse momento, onde ela poderia sentir-se importante, e não mais um verme triste de um mundo obcecado pela perfeição. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Com cuidado, Mesquita afasta todos os objetos do quarto.Ela queria fazer a cena do casamento. Um tapete vermelho cobria o pequeno espaço, um baú com lençois dourados seria onde Aurora seria cortejada, mesmo sabendo que a feiticeira iria acabar com seu espetáculo.Mesquita deu um suspiro e sentou no baú com um ar de profunda tristeza:“ Eu não posso bancar a idiota de tal forma, não há nada aqui!Não há charme, não há espectadores, não há juízes, não há inimigos, não há um amante, e muito menos rapazes querendo me cortejar. Minha imaginação é tão vil assim?Tenho que acreditar que isso me fará sentir melhor?Sou tão lúcida, e às vezes de uma insanidade imcomparável.Meu mundo não me absorve como antes, cairei na minha realidade”.Arrancou sua roupa e ficou pensando no seu desgraçado joelho, que a fizera largar o balé profissional."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;E depois a continuação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-3947715968904534434?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/3947715968904534434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=3947715968904534434&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3947715968904534434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3947715968904534434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/03/rainha-da-melancolia.html' title='A rainha da melancolia'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R8wEiC0_3aI/AAAAAAAAAHc/rF0Q51YiIFU/s72-c/coroa.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-2401149425337033628</id><published>2008-03-02T17:06:00.000-08:00</published><updated>2008-03-02T19:11:18.216-08:00</updated><title type='text'>A mãe má.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R8to0i0_3YI/AAAAAAAAAHM/cc9FS9-2Yu4/s1600-h/lixeira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173343848876727682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R8to0i0_3YI/AAAAAAAAAHM/cc9FS9-2Yu4/s320/lixeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vou lançar uma luz na minha ordem, mesmo sabendo que desordem é algo estritamente significativo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero parar de matar e sufocar meus filhotes indefesos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Meus filhotes são minha benção, minha contradição divina de uma mente de idéias praticamente entrelaçadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu matei meu filhote porque ele queria dizer como sou no lado do "amor".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu o amassei e joguei no lixo.Se pudesse cuspir eu o faria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O arrependimento pós-conto fala mais alto, volto a cena incoerente da minha vida e pego o filhotinho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Qual o motivo pelo qual não quero nem saber de falar de sentimentos bizarros como o amor?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acho que pelo mesmo motivo de ter jogado meu filho fora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me causa estranheza ver minhas idéias juntamente concretas, e mais ainda pensar que posso entender algo que só sinto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Preciso acreditar em pessoas e virtudes, mas como eu sou uma pesssoa, não acredito nisso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dia vou atravessar esse rio de descrença e medo. E quer saber de uma coisa? A solidão me deixa capacitada. Tudo o que penso veio do estágio da feliz tristeza. Não pensaria em descrença com um sorriso largo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me compreenda, a compreensão é a chave do entendimento humano.Que clichê simplista, ô meu Deus!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas sabe que o 'simplista' é algo genial? Felizardo é aquele que consegue ter uma definição de algo tão simples, como o amor. É simples? Não sei, todos falam que é, vamos popularizar meu canto de refúgio. Pra mim é tão complexo como fazer um ovo frito ( vocação para Amélia: nula), mas tudo é questão de aprender, não? E eu não ligo a mínima para verdades sobre o tal do amor, até acho charmoso como eu o entendo. Mas, &lt;em&gt;Dios mio!&lt;/em&gt; , me faça parar de matar meus filhotes, eles não deveriam ter nada a ver com isso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Só mais uma confissão e desabafo....&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Grata.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nietzsche vai fechar por mim:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"&lt;em&gt;Sem ser, por exemplo, uma espécie de monstrengo, uma sentina de imoralidade, sou o contrário(por temperamento) dessa classe de indivíduos que até agora continua sendo venerada como modelo de virtude.Orgulho-me de seguir as doutrinas do filósofo Dioniso e preferiria mil vezes mais ser considerado como um sátiro do que como um santo. Por isso, quero que todo o mundo leia este livro,talvez não foi outra a minha intenção ao escrevê-lo e, quiçá, não tenha conseguido exprimir tal contraste de modo benévolo e sereno"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Prólogo de Ecce Homo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#660000;"&gt;Que lixo de filhote-explicativo esse que criei...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-2401149425337033628?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/2401149425337033628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=2401149425337033628&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2401149425337033628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2401149425337033628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/03/vou-lanar-uma-luz-na-minha-ordem-mesmo.html' title='A mãe má.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R8to0i0_3YI/AAAAAAAAAHM/cc9FS9-2Yu4/s72-c/lixeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-6378992159954899160</id><published>2008-01-28T16:59:00.000-08:00</published><updated>2008-01-28T17:45:25.004-08:00</updated><title type='text'>A solidão e o texto caótico.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R56D2aLOJZI/AAAAAAAAAHE/KCImMm5cRmQ/s1600-h/2173116167_e6e2ed0b5c_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160707193775728018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R56D2aLOJZI/AAAAAAAAAHE/KCImMm5cRmQ/s320/2173116167_e6e2ed0b5c_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E então pensarei na tal da 'solidão'.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Faço tantos mundos, tantas personagens, tantos escrúpulos, tantos medos, tantos receios...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Analisando, finalmente, o meu 'eu'. Descobri que sou devidamente uma pessoa 'solitária'.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na verdade, uma solidão necessária, atualmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem disse que isso não é bom? E quem disse que é bom?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não levanto nenhuma dessas bandeiras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O meio-termo da solidão agrada minha ilimitada paciência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O problema é quando a solidão se torna aquela coisa insuportável do 'tédio'.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me sinto assim tantas vezes! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cheguei e perguntei para minha mãe em uma tarde de domingo: " Mãe, você já sentiu realmente a sensação do chamado...tédio? " &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mãe: " Não minha filha, desconheço totalmente. "&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando estou entediada, dá uma vontade de ficar quieta. Nada, mas nada mesmo me tira do meu lindo e confortável sofá nesses dias. Fico horas e horas observando...nada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tenho amigos demais. Ainda bem que isso nunca me faltou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Talvez eu seja 'solitária' por opção. Ou não.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como posso ser solitária em um mundo que eu invento diariamente?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É a maléfica e gostosa solidão do meu ser particular.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Gosto disso, sinceramente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas, meu âmago pede socorro e fica pulsando como se eu sentisse ele agora, nas pontas dos meu dedos nesse teclado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seria possível ter uma felicidade ' pra sempre ' ?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Creio, profundamente, que não.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ando tão desacreditada no temido e doloroso 'amor'.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Chego ao cúmulo de pensar que não há nesse mundo alguém que me ame, por completo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me vejo por inteira na personagem Sabina de Anais Nin. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Solitária , atriz sem licença , eterna amante do ' desejo '.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A solidão me acalma. Me conforta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não por muito tempo, espero.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No fundo, bem no fundinho...eu acredito em uma felicidade momentânea, porém relembrável a cada minuto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isso sim é o 'pra sempre' pra mim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seria tão melhor se eu acreditasse em contos de fadas, não?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Minha vida, e a de vocês, estão bem longe de ser um 'conto de fadas'.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ou até mesmo algo parecido com comédias românticas babacas norte-americanas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu queria ser uma eterna música de ninar, e sentir toda manhã a sensação do sorriso de um bebê ao olhar para mãe.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sim, meu lado romântico está enrustido. Mas quis falar algo sobre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sou um fracasso no romantismo, diga-se de passagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tirem alguma coisa desse texto caótico. Acreditem, só fala sobre solidão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Disciplina! Muita disciplina!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem será que falou hoje?Dorothy , &lt;em&gt;talvez?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Quero muito a Lolita de volta!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Então, vamos dormir? Eu e você, meu âmago indelicado?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-6378992159954899160?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/6378992159954899160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=6378992159954899160&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6378992159954899160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/6378992159954899160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/01/solido-e-o-texto-catico.html' title='A solidão e o texto caótico.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R56D2aLOJZI/AAAAAAAAAHE/KCImMm5cRmQ/s72-c/2173116167_e6e2ed0b5c_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-7923457547828086039</id><published>2008-01-07T12:58:00.000-08:00</published><updated>2008-01-07T14:16:04.762-08:00</updated><title type='text'>E 'elas' resolvem colocar o nariz no meu conto.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R4KUsMBwaYI/AAAAAAAAAG8/AqKqhAlre8k/s1600-h/freud.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152844410529016194" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R4KUsMBwaYI/AAAAAAAAAG8/AqKqhAlre8k/s320/freud.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;E ai, comparça?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Quero marcar uma consulta contigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Vamos discutir sobre o sonho coletivo e o sub-contraditório.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Não, não vou transar com vc. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pervertidos , safados , amor doentio me atraem.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis a insanidade deliciosamente egocêntrica de uma segunda-feira regada de Jazz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fotolog.com/a_doux"&gt;a_doux&lt;/a&gt; disse em 07/01/08 14:54 …&lt;br /&gt;Oi Anna! Tudo bem com vc?Percebi que ninguém comenta aqui, e resolvi deixar meu rastro.Lembra de mim? Eu tava na sua última história. Não gostei da cena em que 'eu' mato o Doutor Perci. Até gostei da morte, mas vc enfatizou muito o estrangulamento. Da próxima vez me dê uma cena de sexo na beira do mar.Pode deixar que eu te lembro.E nossa café das cinco com o cigarro de cravo? Tô esperando.E essa foto meiga...Não me engana.Atenciosamente,Annita.&lt;br /&gt;&lt;a class="gb_link" href="http://www.fotolog.com/gb.delete?comment=236382758&amp;amp;photo=37969017" jquery1199738173914="3"&gt;Apagar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fotolog.com/a_doux"&gt;a_doux&lt;/a&gt; disse em 07/01/08 14:58 …&lt;br /&gt;E ai 'mulé' ?Tu tá sumida.Não me coloca mais em seus contos.A última vez foi a briga de 'peixeras' com a Annita.Ela é uma vadia, e vc insiste em colocar ela brigando comigo.E sempre ela ganha. Sua malfeitora! Vc sabe que eu sou mais forte.Quero nem saber, na próxima eu vou esfolar ela no asfalto quente. Pode escrever isso.E por favor, quero roubar o namorado dela também.Dicas e mais dicas. Sou boa nisso.Bitocas no seu coração gélido.Lolita.&lt;br /&gt;&lt;a class="gb_link" href="http://www.fotolog.com/gb.delete?comment=236385965&amp;amp;photo=37969017" jquery1199738173914="4"&gt;Apagar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fotolog.com/a_doux"&gt;a_doux&lt;/a&gt; disse em 07/01/08 15:02 …&lt;br /&gt;Anna, sua pessoa intrínseca.Eu não tô gostando dessa briga da Annita e da Lolita não.Será que no próximo conto vou ter que pacificar a briga delas?Elas são totalmente o oposto.E eu quero um amor.Trata de colocar alguém pra mim 'ser feliz pra sempre' no seu próximo conto.Ah, sua fanfarrona, eu li o "Dorothy é insuportávelmente inocente"Que culpa eu tenho se vc me fez assim?Mas, com todo o carinho do mundo, te adoro e devoro.Dorothy.&lt;br /&gt;&lt;a class="gb_link" href="http://www.fotolog.com/gb.delete?comment=236389128&amp;amp;photo=37969017" jquery1199738173914="5"&gt;Apagar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fotolog.com/a_doux"&gt;a_doux&lt;/a&gt; disse em 07/01/08 15:06 …&lt;br /&gt;Meninas do meu divino humor,parem de brigar.Vou atender todos os pedidos.Mas vai ter sangue e estrangulamento 'enfatizado'.Tô só pensando em colocar uma pressão psicologica.Bitocas safadas e inocentes no coraçãozinho sentimental de cada uma.&lt;br /&gt;&lt;a class="gb_link" href="http://www.fotolog.com/gb.delete?comment=236391880&amp;amp;photo=37969017" jquery1199738173914="6"&gt;Apagar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fotolog.com/a_doux"&gt;a_doux&lt;/a&gt; disse em 07/01/08 15:09 …&lt;br /&gt;Olha Anna, eu vou te matar.Quero a cena com meu conversível verde-limão indo para o Texas, com minha calça grudada e minha bota vermelha. E o forasteiro assassino no bar da rota 66.E muita cerveja e cigarros.Eu vou te atormentar a noite se vc não fizer isso.Desgraçadamente e com carinho sádico,Anninha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas meninas me dão muito trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas personalidades, "imagem e semelhança".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-7923457547828086039?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/7923457547828086039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=7923457547828086039&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/7923457547828086039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/7923457547828086039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/01/e-elas-resolvem-colocar-o-nariz-no-meu.html' title='E &apos;elas&apos; resolvem colocar o nariz no meu conto.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R4KUsMBwaYI/AAAAAAAAAG8/AqKqhAlre8k/s72-c/freud.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-2573569026504601936</id><published>2008-01-06T16:24:00.000-08:00</published><updated>2008-01-06T16:36:35.862-08:00</updated><title type='text'>E esse paraíso, eu saboreio.</title><content type='html'>Eu tenho vontade de morder a praia e engolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pra tentar sentir todas aquelas coisas "boas" que a gente sente quando viajamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só a praia, toda "viagem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe rotina, o que é ótimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade depois de alguns dias até existe, mas ela fica suportável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que seria do paraíso sem uma sensação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R4FzQMBwaXI/AAAAAAAAAG0/tcoo1z2ZYRc/s1600-h/praia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152526170632251762" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R4FzQMBwaXI/AAAAAAAAAG0/tcoo1z2ZYRc/s320/praia.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Meu refúgio.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#666666;"&gt;O que seria do paraíso sem uma tempestade?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-2573569026504601936?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/2573569026504601936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=2573569026504601936&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2573569026504601936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2573569026504601936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2008/01/e-esse-paraso-eu-saboreio.html' title='E esse paraíso, eu saboreio.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R4FzQMBwaXI/AAAAAAAAAG0/tcoo1z2ZYRc/s72-c/praia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-2559977457644574230</id><published>2007-12-16T21:57:00.000-08:00</published><updated>2007-12-16T22:22:46.601-08:00</updated><title type='text'>Anormalidade de conduta.</title><content type='html'>A Anna Clara adora inventar personagens diariamente.&lt;br /&gt;Eu sou essa pessoa, mas no entanto, existem várias "Annas Claras" fundidas nesse corpo.&lt;br /&gt;O ponto que estou querendo chegar é: ser a mesma pessoa todo dia é entediante.&lt;br /&gt;Existem momentos que exigem que você seja uma outra "pessoa".&lt;br /&gt;Eu sou a Anna conservadora, a Annita perversa, a Clara doce, a Scarlett brava e séria, a Lolita desesperada, a Amélia bucólica, a Anninha estradeira, a Dorothy inocente, a Clarita safada e por fim sou a Anna Clara pedante e chata.&lt;br /&gt;O grande problema é quando todas tentam se comunicar ao mesmo tempo, isso gera um caos mental, ai eu durmo.&lt;br /&gt;Não sofro de múltipla personalidade. Só gosto de dar diversidade ao meu humor.&lt;br /&gt;Esses pseudônimos que eu disse ai são poucos para o tanto de "pessoas" que tenho em mim.&lt;br /&gt;Mas, quis exemplificar.&lt;br /&gt;No final, eu sou uma pessoa extremamente normal.&lt;br /&gt;(a Dorothy tá se manifestando)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tento criar personagens pra algumas bobagens que escrevo, e essas personalidades excêntricas&lt;br /&gt;estão contidas no raciocínio.&lt;br /&gt;Muitas vezes eu coloco caracteristicas de pessoas alheias na minha vida, faz parte.&lt;br /&gt;Não posso deixar de dizer que eu sou apaixonada por todos os personagens dos filmes de&lt;br /&gt;Bertolucci e Kubrick.&lt;br /&gt;Bertolucci trata as cenas com um teor significante de beleza incomum e Kubrick usa a melhor ferramenta, a ironia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, eu achei algo sobre criação de personagens que achei interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Quando você programa seus personagens para servirem aos propósitos da história, eles saem rasos, sem vida e estereotipados. A caracterização dos personagens e a histórias são coisas independentes. A única relação entre elas é o objetivo dos personagens. E o objetivo, ou seja, o que o personagem quer, é o que acaba por caracterizar o personagem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ter objetivo que ajude na caracterização não é coisa apenas para o personagem protagonista. Outras figuras importantes da história devem ter seus próprios desejos, de sucesso, de superar outros personagens, o que faz a história mais conflitante e intensa. "&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpem os textos vagos e parados que escrevo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-2559977457644574230?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/2559977457644574230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=2559977457644574230&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2559977457644574230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2559977457644574230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2007/12/anormalidade-de-conduta.html' title='Anormalidade de conduta.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-3995217812693413635</id><published>2007-12-15T12:22:00.000-08:00</published><updated>2007-12-15T13:27:05.259-08:00</updated><title type='text'>A inocência é afrodisiaco.</title><content type='html'>Veronica chegou a pedir mais um chiclete para o homem de cabelo grisalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela já não era uma mocinha, mas queria dar o ar de menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa fome ta me matando, tem mais chiclete pra enganá-la?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Claro"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um sorriso brilhante e ironico, e o olhar direcionado para aquele decote inusitado de Veronica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horas a fio de conversa, não parecia haver tanta pretensão naquele papo bobo e inocente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veronica se fingia de burra, partindo do pressuposto de que homens gostam disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem grisalho percebeu essa jogada dela, ela podia ser tudo, menos uma mulher burra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos tomar um café na livraria comigo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Certamente"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veronica era fanática por livros e viu que a máscara de menina não ia dar muito certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorothy é inocentemente insuportável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R2Q7f8BwaQI/AAAAAAAAAFk/8ZG6rJ_QQsQ/s1600-h/inocencia.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144302094239426818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R2Q7f8BwaQI/AAAAAAAAAFk/8ZG6rJ_QQsQ/s320/inocencia.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-3995217812693413635?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/3995217812693413635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=3995217812693413635&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3995217812693413635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/3995217812693413635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2007/12/inocncia-afrodisiaco.html' title='A inocência é afrodisiaco.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R2Q7f8BwaQI/AAAAAAAAAFk/8ZG6rJ_QQsQ/s72-c/inocencia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2611383806084684930.post-2704871467774344982</id><published>2007-12-15T11:15:00.000-08:00</published><updated>2007-12-15T11:36:47.499-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inútil.'/><title type='text'>Sensação.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R2QqNcBwaMI/AAAAAAAAAFE/lnC3fQF70PE/s1600-h/cadeado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144283084714174658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R2QqNcBwaMI/AAAAAAAAAFE/lnC3fQF70PE/s320/cadeado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essa sensação de poder escrever qualquer coisa é válida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alguns podem julgar como merda, outros também. Ai fica em um ciclo meio psicótico, de que tudo vira merda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas na verdade nada é merda. Tudo tem um lado "meio" positivo, acho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O lado negativo também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bom, já usei tanta "merda" nesse começo que...Cansou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É tão lindo cansar das coisas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Você fica com uma vontade de reciclar pessoas e momentos, simplesmente porque "cansa".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As vezes essa reciclagem tem pontos positivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vamos cansar gente, e reciclar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Incrivel como eu tenho a capacidade de pensar só coisas inúteis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essa "sensação" monótona e gostosa de liberdade me deixa mais viva.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2611383806084684930-2704871467774344982?l=clichesimplista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clichesimplista.blogspot.com/feeds/2704871467774344982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2611383806084684930&amp;postID=2704871467774344982&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2704871467774344982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2611383806084684930/posts/default/2704871467774344982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clichesimplista.blogspot.com/2007/12/sensao.html' title='Sensação.'/><author><name>Anna Clara</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01451684919216412508</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5A4uT0cfvf4/SffKmfVG-SI/AAAAAAAAARc/h0XpITzvYig/S220/OgAAANAmYXWbv5dCdylPKj9jQ9bHs10jnE0dCC27DFsRjJY7mGLfLkJMkB_QfQnWYl_Vyh0w8an48h1deFBKDFE84MYAm1T1UCGAyIpoYgCz_195o4PHHYNNwK7a.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_5A4uT0cfvf4/R2QqNcBwaMI/AAAAAAAAAFE/lnC3fQF70PE/s72-c/cadeado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
