
A bossa nova da humanidade – honra ao mérito
Um círculo é um círculo até que o modifiquem; uma nota é uma nota até darem um significado musical; o talento é talento só se você o descobrir – talento é instigado.
Honrar o mérito exige competência, competência exige racionalidade, racionalidade exige mecanismo, mecanismo exige dogmas, dogmas existem parar ilustrar a bossa nova da humanidade.
Não duvidaria se alguém me comunicasse que o fim dos tempos está perto. Sinto que, está mais perto desde o dia que virei corpo andante. Estou sempre perto do fim. Sejam horas, sejam méritos, sejam futuros, estou perto do fim dos dias todos os dias. Hoje pode ser meu fim do dia, ou o seu, ou o nosso.
“ A crise financeira nós até podemos achar soluções, mas a crise do aquecimento global é um dano irreparável “
Poemas e mais poemas na racionalização. O caos do mundo chegou com tudo e colou juros eternos na fauna e flora mundial. E olha, ela nem havia comprado nada! Juros sem compra, é escravidão. Olha lá o Sol, todo endividado e raivoso! Ele quer acabar com patrão: aquele que subestimou a inteligência do mesmo - sinônimo de desespero. O Sol está indignado! Sonolento! Forte! Doente!
A bossa nova da humanidade está contida nos loucos! Esses por aí, que vivem no inconsciente e colocam pra fora o que sentem e são chamados de insanos. Insanamente intensos, os loucos são a nova bossa do gênero humano: filhos do Caos.
Fatores internos são os propícios à loucura... e o que diríamos sobre fatores externos? O calor? O frio? A crise de tudo? Cárcere psicológico externo, caríssimos bons e maus amigos! E eu digo, sejam bons e maus ao mesmo tempo, encontre o equilíbrio e faça xixi no sofrimento. Loucos, seres lindos, um recado feito pela minha admiração pelo inconsciente: o consciente não se regenera, se degenera. A única coisa que se regenera é nossa criança pura, o Supra Consciente! Isso mesmo! (isso mesmo nada, nem eu nunca vi isso. Só sinto). Vou falar o que sinto, e se achar baboseira, calce meu sapato por três noites: sinto que o Caos está tão próximo, mas tão próximo que posso sentir o cheiro da loucura geral. Histeria coletiva! Ah! O amor. Os intensos estão à salvos, vão aproveitar cada centímetro do caos. Aliás, o pai dos intensos e da intensidade é o Caos. Se eu fosse fazer o Caos como persona seria qualquer pessoa melancólica com um sorriso largo e sábio nos lábios! Afrodite estaria beijando Caos e dariam à luz à bossa nova da humanidade: os novos. Quem ama demais, sofre demais; quem sofre demais é intenso; quem é intenso sabe o valor do presente e se esquece do futuro. E, caros colegas de cadeia, há futuro? Há de haver! Mas, e o presente histórico?
Loucos! Insanos! Homicidas! Religião! Deus onipotente! Globalização! Multiculturalismo! Estou ouvindo a quinta sinfonia de Bethoveen! Ah! Ah! Maestro! Ah! Nota! Ah! Variação! Ah! Lá! Sol! Lá! Sol! Piano! Violino! Ah! Maestro! Amor! Ah! Tristeza! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Amor! Aumenta! Maestro!
Caos! Bossa humanos! Finalize com uma gaita! Céus! A grade da cadeia caiu e o Sol também! O sonho de ver-te Sol foi pras cucuias!
Aproveitar-lhe-ei, agora! Me mate de amores solares! Maestro!
Honramos o mérito de quem, sempre? De quem é o mérito, afinal? A pessoa faz um papel ou uma medalha honrando-lhe o mérito? A pessoa realmente reconhece sua honra ao mérito? Somos feitos moldados à querer sempre mérito. Esquecemos de elogiar até mesmo quem fracassa. Quem não consegue sua medalha de honra ao mérito, fica insano. O dono da medalha ainda o julga incapaz! Elogiemos, pois, nossos erros! Humildade antes que tardia, Minas, Mundo, Brasil, EUA!
Per favore! Um poquito de arrogância para lo mundo acabar!
Um círculo é um círculo até que o modifiquem; uma nota é uma nota até darem um significado musical; o talento é talento só se você o descobrir – talento é instigado.
Honrar o mérito exige competência, competência exige racionalidade, racionalidade exige mecanismo, mecanismo exige dogmas, dogmas existem parar ilustrar a bossa nova da humanidade.
Não duvidaria se alguém me comunicasse que o fim dos tempos está perto. Sinto que, está mais perto desde o dia que virei corpo andante. Estou sempre perto do fim. Sejam horas, sejam méritos, sejam futuros, estou perto do fim dos dias todos os dias. Hoje pode ser meu fim do dia, ou o seu, ou o nosso.
“ A crise financeira nós até podemos achar soluções, mas a crise do aquecimento global é um dano irreparável “
Poemas e mais poemas na racionalização. O caos do mundo chegou com tudo e colou juros eternos na fauna e flora mundial. E olha, ela nem havia comprado nada! Juros sem compra, é escravidão. Olha lá o Sol, todo endividado e raivoso! Ele quer acabar com patrão: aquele que subestimou a inteligência do mesmo - sinônimo de desespero. O Sol está indignado! Sonolento! Forte! Doente!
A bossa nova da humanidade está contida nos loucos! Esses por aí, que vivem no inconsciente e colocam pra fora o que sentem e são chamados de insanos. Insanamente intensos, os loucos são a nova bossa do gênero humano: filhos do Caos.
Fatores internos são os propícios à loucura... e o que diríamos sobre fatores externos? O calor? O frio? A crise de tudo? Cárcere psicológico externo, caríssimos bons e maus amigos! E eu digo, sejam bons e maus ao mesmo tempo, encontre o equilíbrio e faça xixi no sofrimento. Loucos, seres lindos, um recado feito pela minha admiração pelo inconsciente: o consciente não se regenera, se degenera. A única coisa que se regenera é nossa criança pura, o Supra Consciente! Isso mesmo! (isso mesmo nada, nem eu nunca vi isso. Só sinto). Vou falar o que sinto, e se achar baboseira, calce meu sapato por três noites: sinto que o Caos está tão próximo, mas tão próximo que posso sentir o cheiro da loucura geral. Histeria coletiva! Ah! O amor. Os intensos estão à salvos, vão aproveitar cada centímetro do caos. Aliás, o pai dos intensos e da intensidade é o Caos. Se eu fosse fazer o Caos como persona seria qualquer pessoa melancólica com um sorriso largo e sábio nos lábios! Afrodite estaria beijando Caos e dariam à luz à bossa nova da humanidade: os novos. Quem ama demais, sofre demais; quem sofre demais é intenso; quem é intenso sabe o valor do presente e se esquece do futuro. E, caros colegas de cadeia, há futuro? Há de haver! Mas, e o presente histórico?
Loucos! Insanos! Homicidas! Religião! Deus onipotente! Globalização! Multiculturalismo! Estou ouvindo a quinta sinfonia de Bethoveen! Ah! Ah! Maestro! Ah! Nota! Ah! Variação! Ah! Lá! Sol! Lá! Sol! Piano! Violino! Ah! Maestro! Amor! Ah! Tristeza! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Aumenta! Amor! Aumenta! Maestro!
Caos! Bossa humanos! Finalize com uma gaita! Céus! A grade da cadeia caiu e o Sol também! O sonho de ver-te Sol foi pras cucuias!
Aproveitar-lhe-ei, agora! Me mate de amores solares! Maestro!
Honramos o mérito de quem, sempre? De quem é o mérito, afinal? A pessoa faz um papel ou uma medalha honrando-lhe o mérito? A pessoa realmente reconhece sua honra ao mérito? Somos feitos moldados à querer sempre mérito. Esquecemos de elogiar até mesmo quem fracassa. Quem não consegue sua medalha de honra ao mérito, fica insano. O dono da medalha ainda o julga incapaz! Elogiemos, pois, nossos erros! Humildade antes que tardia, Minas, Mundo, Brasil, EUA!
Per favore! Um poquito de arrogância para lo mundo acabar!
Nos nossos tempos podemos julgar e voltar atrás. Voltem, pois, aos buracos alheios – se voltem aos buracos alheios. Eu amo a humanidade e amo mais ainda o novo jeito dela – a bossa nova!
É tudo tão lindo que preciso chorar e colocar um vestido de baile no meu inconsciente para tomar uma bebida e esperar o fim dos mundos. Vou mandar soldar minha medalha de honra ao mérito, e entregar-lhe-ei à mim mesma. Não pelo que fiz ontem mas pelo que fiz hoje. Pela intensidade de um orgasmo caótico!
Ah, a honra ao mérito!
