Ser o(amor metafísico,amor clichê casual, amor possessivo, amor libertador, amor incondicional, amor afroditeano, amor narscisista: auto-fé)u não ser, essa não é a questão.
800000 mil d.c, seres humanos roganda uma praga na humanidade.
Fonte: Universidade universal de uma pessoa anônima ,UUPA. Anna Clara, aprendiz momentânea em silêncio mental.
Ah! O amor.
O amor não é metade. O amor é ponte.
Hemisfério norte e hemisfério sul, meio;
Ser ( produzir, fundir, meio, ligação, orgástico, ponte) ou ser, eis a questão;
Adão e Eva: a ponte foi a maçã;
Pecado e crime: a ponte é a consciência;
Lei e ordem; a ponte somos nós;
Deus e humanos; a ponte foi a perda da auto-fé;
Amor e ódio; a ponte foi a poesia do ego destruído saborosamente;
Lula e PT: a morte dos egos é a ponte;
Ponto e a vírgula: a ponte é o conteúdo;
Orgasmo e tesão: a ponte é o ato pecador sexual;
Tensão e intensidade: a ponte é a espectativa - realista, pessimista ou otimista;
Belo e feio: a ponte são os olhos. Olhos, olhos, olhos, olhos... olhe com atenção.
Aristóteles e Hegel: a ponte foi a lógica;
Eu e você: a ponte pode ser um abismo e um céu -independente se te conheço ou não. Adoro abismos profundos! Se não tiver chão, melhor ainda!
Céu e inferno: a ponte foi a esperança na crença e mitologia;
Ponto A e Ponto B: a ponte é formada por minuciosos pontos infinitos sem medidas;
Ponte de safena e vida: a ponte é o coração;
Som e instrumento: a ponte é o instrumentista;
Ser ou não ser: a ponte é o meio. O meio do meu ego, o meio do meu amor, o meio da minha vida, o meio do meu desespero, o meio do meu silêncio, o meio do meu futuro, o meio do meu passado, o meio do meu ódio, o meio da minha fé, o meio do meu saber, o meio do meu conhecimento, o meio da minha liberdade. Meio mais meio? Um. Um dividido por infinito? Não existe. Mas não exista. Quero existir no ser e não ser, e há cada momento isso será minha questão.
Ao meus eus e deuses interligados,
Fundindo no meu silêncio, vi que te amo, Anna. Descobri que você é uma ponte entre vida e morte.
Agradeço-lhe, pois, por ser tão mutável. Nunca se esqueça de ser uma mutante, uma serpente, um vírus, uma civilização... nunca se esqueça dos momentos pedagógicos do seu eu. Eu te amo. Eu nos amamos.
(Dica de gastronomia dessa semana: se eu me arrepender do que eu escrever amanhã, ótimo, significa que estou com uma gangrena na alma, que estou na ponte da questão do ser e ser)
