sábado, 26 de julho de 2008

Beije-me, idiota.


Dias, noites, horas, minutos, noites, milésimos de segundos, terço do dia, metade do dia, manhã, madrugada, tarde, minutos, três milésimos de tédio, duas horas de babaquice, quatro horas de entendimento tedioso mortal pessoal, 50 segundos de Nostradamus, batidinhas recíprocas na madeira, amizade formal, amizade informal, suor indigno de vitória e, por último, mas não menos relevante, o caos de um primeiro parágrafo.
Os clichês são um charme! A tristeza é um charme! A felicidade é um charme! O ódio é um charme! Amigos, tudo é charme. É a venenosa arte do poder da crítica pessoal traduzida em experiências estáveis ou instáveis. O prisma multicor e perfeito que vemos fatos e pessoas. Cada momento tem, ou teria, sua beleza própria.A beleza da cabeça pensar o que quiser. Cada mente sobrevoando a guerra das opiniões e lábias. Um dicionário mental diferente para cada pessoa. Depois dizem que beleza e perfeição não existem... Ah! É tudo um charme!

Ah! Porra! É tudo um clichê simplista.

Ah! Caralho!


Boa tarde.

Quem sou eu

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Anna Clara Rios Moço.
Uberlandia, MG, Brazil
Uma qualquer, com sentimentos quaisquer, com singularidades quaisquer, com paixões quaisquer, com raivas quaisquer, com contos quaisquer, com problemas quaisquer, com delicadezas quaisquer, com olhares quaisquer... sou o "qualquer". Qual quer?
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