
Dias, noites, horas, minutos, noites, milésimos de segundos, terço do dia, metade do dia, manhã, madrugada, tarde, minutos, três milésimos de tédio, duas horas de babaquice, quatro horas de entendimento tedioso mortal pessoal, 50 segundos de Nostradamus, batidinhas recíprocas na madeira, amizade formal, amizade informal, suor indigno de vitória e, por último, mas não menos relevante, o caos de um primeiro parágrafo.
Os clichês são um charme! A tristeza é um charme! A felicidade é um charme! O ódio é um charme! Amigos, tudo é charme. É a venenosa arte do poder da crítica pessoal traduzida em experiências estáveis ou instáveis. O prisma multicor e perfeito que vemos fatos e pessoas. Cada momento tem, ou teria, sua beleza própria.A beleza da cabeça pensar o que quiser. Cada mente sobrevoando a guerra das opiniões e lábias. Um dicionário mental diferente para cada pessoa. Depois dizem que beleza e perfeição não existem... Ah! É tudo um charme!
Ah! Porra! É tudo um clichê simplista.
Ah! Caralho!
Boa tarde.
Os clichês são um charme! A tristeza é um charme! A felicidade é um charme! O ódio é um charme! Amigos, tudo é charme. É a venenosa arte do poder da crítica pessoal traduzida em experiências estáveis ou instáveis. O prisma multicor e perfeito que vemos fatos e pessoas. Cada momento tem, ou teria, sua beleza própria.A beleza da cabeça pensar o que quiser. Cada mente sobrevoando a guerra das opiniões e lábias. Um dicionário mental diferente para cada pessoa. Depois dizem que beleza e perfeição não existem... Ah! É tudo um charme!
Ah! Porra! É tudo um clichê simplista.
Ah! Caralho!
Boa tarde.
